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Vigilantes precisam de proteção aos riscos de ataques criminosos

Por Emily Sobral

Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

Na vida real os vigilantes privados correm muitos riscos (Foto: Divulgação do poster do filme Assalto ao Carro Forte)

Vamos expor a segurança dos profissionais de segurança!  No início da semana passada, criminosos explodiram um carro-forte no km 359 da rodovia Anhanguera, em São Paulo. Na ocorrência, dois vigilantes ficaram feridos. Um foi atingido no bíceps e o outro, no braço. Durante a ação, a quadrilha emparelhou o veículo da empresa que faz transporte de valores e efetuou tiros de fuzil 556 e 762. Os disparos perfuraram a blindagem do carro-forte, quando atingiram dois profissionais que estavam no veículo.

Essa função visa proteger grupos de pessoas, empresas e bens materiais. Portanto, os vigilantes estão constantemente expostos aos ataques de bandidos, que agem armados e dispostos a ferir e a matar quem tentar impedi-los de suas ações delituosas. Assim, as empresas de segurança privada precisam oferecer treinamento aos seus empregados. Entre as medidas de capacitação deve estar incluída a forma responsável de uso da arma, que deve ficar sempre no coldre, acessório que oferece mais segurança no uso do armamento. Por cautela, a arma deve ser mantida junto a si e presa no coldre. Os procedimentos operacionais para aumentar a proteção devem incluir horários de funcionamento de instalações vigiadas, áreas de circulação e sistema de controle de acesso eletrônico. Essas regras devem ser respeitadas.

A transferência e recebimento de armamento e a troca de turnos são situações que requerem cuidados redobrados. Seriedade e atenção precisam andar juntas em prol da segurança do vigilante que está em um posto cumprindo serviço. Além disso, o profissional deve ficar numa posição em que a sua visão seja privilegiada, permitindo-lhe um olhar abrangente do local e dos fatos. Nesse setor, mostrar-se com postura adequada e usar uniforme é essencial para minimizar os riscos de ataques criminosos, pois funciona como intimidação ao elemento que pretende praticar um ato de violência.

Evidentemente, o vigilante também precisa ser treinado com técnicas de defesa pessoal para aplica-las em situações em que precisará usá-las.

Agora você pode ler este post também na PATISEG, portal digital de prevenção de acidentes de trabalho, incêndio e segurança eletrônica.

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