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Ter plano de resgate do trabalhador em altura também é prevenção

Por Emily Sobral

Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

No trabalho em altura, o plano de resgate é extremamente necessário (Foto Emily Sobral)

As medidas de proteção contra quedas estão descritas na norma regulamentadora 35 (NR5), que relata um conjunto de regras para a segurança dos trabalhadores. Essa NR dita apenas os requisitos mínimos para não ocorrer uma queda, mas convenhamos que há muitos procedimentos para evitar um acidente com quem executa atividades acima de dois metros do nível inferior. São sistemas de proteção coletivas e individuais que devem ser planejados e bem executados a partir do plano de treinamento oferecido aos empregados.

Agora, como nada é perfeito neste mundo, pode acontecer de o trabalhador despencar do alto da escada ou de uma plataforma elevada. E aí, como ele estará usando o cinto de segurança, vai ficar pendurado lá vendo tudo de cabeça para baixo, sem correr risco de morrer? Por isso, nas empresas, deve haver, além das medidas de proteção contra quedas, um Plano de Resgate nas Atividades em Alturas. Equipes internas devem estar treinadas para realizar intervenções de salvamento. A depender da ocorrência, o trabalhador vítima do acidente deve ter sido preparado para executar seu auto resgate, capaz de livrá-lo de situações adversas por conta própria.

Já em outras situações mais graves, precisará haver o resgate técnico, que envolve equipes em condições de agir com rapidez, para ter acesso à vítima, para atuar em qualquer circunstância. Esses especialistas usam meios de progressão e retenção com cordas, com evacuações por descenso, por ascensão, com tirolesa, entre outras. Há situações em que é possível usar recursos motorizados, para transportar o material de resgate. Noutros casos, o acesso será por cordas desde cima ou desde baixo, com uso de materiais leves. Em locais distantes, com a vítima muito afastada, a opção será o uso do helicóptero.

Conforme a gravidade, o trabalhador resgatado deve ser imobilizado e removido para o serviço hospitalar mais próximo.

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