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Empresa séria contrata médico do trabalho para elaborar o PCMSO

Emily Sobral Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

A primeira ‘sopa de letrinhas’ que ouvi quando comecei a trabalhar na redação da revista CIPA foi o PCMSO.

Oi? Sim, o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional, uma obrigação das empresas para com seus funcionários. Se há controle médico, obviamente o responsável pelo programa deve ser o médico do trabalho.

Trabalhador ‘comportado’ não sofre acidente. O quê

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Na minha opinião, tudo que dá errado neste planeta, tem o dedo do ser humano. Evidentemente, nesta lógica, tudo que dá certo, também é fruto do bem que o homem promove. Agora, se há um Ser Superior que poderia transformar a Terra em paraíso, aí não entro no mérito,

FAP para 2020. Empresas, fiquem ligadas!

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Quando trabalhava na redação da revista CIPA escrevi muitas matérias sobre o Fator Acidentário de Prevenção (FAP), que havia entrado em vigor em 2010, um dispositivo criado pelo governo para distinguir as empresas que investem na saúde e segurança de seus trabalhadores. Empresas com menos acidentes de trabalho,

eSocial: minha última homenagem ao sistema que já foi para o arquivo morto

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Criado em 2010, implantado efetivamente em 2018, o programa do governo federal para o envio das prestações de contas das empresas em suas obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas, o eSocial, recentemente extinto, que dê-se por satisfeito se entrar para os anais da história.

Ironias à parte,

Xô descarga elétrica!

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Criar um ambiente de trabalho livre de riscos é dever de todos, mas, na prática, isso não existe, pois não há céu na terra, se é que me entendem. Entretanto, os programas de saúde e segurança do trabalho baseados nas normas regulamentadoras e legislações conseguem, sim, minimizar e controlar os diversos riscos dos ambientes profissionais.

Ergonomia e segurança aos trabalhadores rurais para que o agronegócio cresça ainda mais. O País agradece!

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Não há como negar a importância do agronegócio para a economia brasileira. Não estimulo a polarização entre produtores rurais, ambientalistas e trabalhadores rurais, não. O que reconheço é que existe um elevado número de doenças ocupacionais e acidentes de trabalho no campo, recorrentes, de má utilização de ferramentas,

Profissional de SST que não se comunica, socorre trabalhador acidentado

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É inegável que a comunicação é um recurso essencial nas gestões de saúde e segurança do trabalho das empresas. Como explicar, por exemplo, ao operador de máquinas que ele deve usar os equipamentos de proteção individual durante toda a realização da tarefa? Pela comunicação, obviamente, porque não se pode obrigar,

CIPA vai mudar, e você pode ajudar a melhorar o texto dessa NR

Por Emily Sobral

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O processo de revisão das normas regulamentadoras está causando verdadeiro mimimi entre trabalhadores ligados aos sindicatos e profissionais de segurança do trabalho. Muitos acham necessárias as revisões, outros consideram que os empregados ficarão expostos aos riscos ocupacionais, sem proteção.

A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA),

DDS funciona porque diminui os riscos de acidentes

Por Emily Sobral

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Em muitos DDS (Diálogo Diário de Segurança), ferramenta de gestão em segurança do trabalho, geralmente conduzidos por técnicos de segurança, são apontadas as ocorrências que poderiam ter sido evitadas. Por exemplo, o uso de ferramentas com defeito, demonstrando que os trabalhadores não estão sabendo discernir quanto aos riscos de um equipamento inadequado.

Proteção respiratória: não se trata de querer, é obrigação oferecer ao trabalhador exposto às partículas nocivas

Por Emily Sobral

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Além de divulgar informações básicas sobre a legislação brasileira sobre equipamentos de proteção individual (EPI), os riscos respiratórios e critérios técnicos para seleção de um equipamento devem constar dos treinamentos em ambientes insalubres. As atividades ligadas ao minério, madeireiras e silos com poeiras de grãos,