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Análise de risco, trabalhador e percepção de risco, tudo junto e misturado

Por Emily Sobral

Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

No ambiente de trabalho, a garantia de uma rotina 100% segura aos trabalhadores passa por uma expressão consagrada ao departamento de saúde e segurança do trabalho: análise de riscos.

A análise nada mais é do que a identificação de todos os riscos envolvidos no processo produtivo que possam acarretar acidentes.

“Piloto automático” na execução de tarefas pode provocar acidentes

Por Emily Sobral

Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

Piloto automático é um instrumento que automaticamente guia aviões, navios e, até mais recentemente, automóveis. Mas há um sistema de piloto automático também em seres humanos, que pode ser responsável por acidentes de trabalho em ambientes com elevado potencial. Como assim? Explico: atividades habituais no trabalho já assimiladas pela mente costumam ser entregues nas mãos do nosso “piloto automático” mental.

É a resposta aos porquês que leva o trabalhador a ligar o botão da segurança

Na cultura da segurança do trabalho há um assunto no qual não pode haver abstração, pois a base sobre percepção de risco chama-se treinamento. O que desenvolve a percepção de risco é a educação para a segurança, pois esta atua no porquê das coisas, retratando as consequências do desempenho.

Para registro e para fluir a percepção de risco é necessário primeiro conhecer as ameaças dos ambientes de trabalho.

Identificar riscos em programas de prevenção de acidentes

Um tema que parece abstrato, mas que faz sentido quando o assunto é prevenção de acidentes do trabalho é a percepção de riscos. Há empresas que já vêm introduzindo em sua gestão de SST, programas para desenvolver o comportamento seguro de seus empregados. Perceber o risco é ser capaz de identificar os perigos, os estímulos ou as fontes que podem gerar algum problema.