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É preciso proteger o trabalhador do ruído que ensurdece

Emily Sobral Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

Quem é do meio de segurança do trabalho sabe bem que a Perda Auditiva Induzida por Ruído (PAIR) ainda é uma patologia de enorme predomínio em diversas atividades produtivas.

As indústrias da construção, a metalmecânica e a da madeira são ambientes iminentemente arriscados para contrair a PAIR.

Barulho do Carnaval é escolha do folião, já no ambiente de trabalho, não

Por Emily Sobral

Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

Há bem pouco, os foliões estiveram expostos a potentes barulhos gerados pelo Carnaval. Folia que é folia precisa ter sons do batuque, tambores e cuícas para acionar o samba no pé das pessoas que adoram a festa mais popular do Brasil. Mas, o Carnaval já foi,

É melhor ouvir besteira do que ficar surdo. Proteção aos ouvidos, já!

Por Emily Sobral

Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

O barulho presente no dia a dia do ambiente profissional, especialmente em certos setores produtivos, pode dar muito mais do que dor de cabeça. Trabalhar exposto ao ruído sem nenhum tipo de proteção pode causar perda auditiva em longo prazo. Exagero? Infelizmente, não. A Perda Auditiva Induzida por Ruído (PAIR) é a terceira maior causa de doenças ocupacionais em todo o mundo.

“Surdez” induzida por ruído: é o secador, idiota!

Por Emily Sobral

Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

Dia desses, estava num salão de beleza quando presenciei uma cena jocosa. A cliente entrou e, da porta, dirigiu-se à cabeleireira que estava com o aparelho de secar cabelo ligado, cuidando das madeixas de uma moça.

_ Quanto custa o corte do cabelo?,

Notificação da PAIR é compulsória. Profissional, faça a sua parte

Recebi uma mensagem do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest), de Ubá, em Minas Gerais, explicando que meu post sobre Perda Auditiva Induzida por Ruído Ocupacional (PAIR), de 9 de fevereiro, citava que os profissionais se queixam que não existe no País um estudo que registre as ocorrências. Ao contrário do que afirmei,