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Profissionais de saúde: prevenir sempre pode, e deve!

Emily Sobral Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

As irregularidades que representam risco de segurança e saúde dos trabalhadores em serviços de saúde precisam ser combatidas.

Veja bem, um hospital, por exemplo, é um ambiente de trabalho bastante complexo. Há riscos de acidentes com material biológico, decorrente de um instrumento perfurocortante. Além dos hospitais,

Debate nacional: atualização, sim, flexibilização, não. É o que pensa a categoria de SST

Por Emily Sobral

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Poderia ter sido o início de uma interlocução, mais do que necessária, entre os profissionais que trabalham na gestão de segurança do trabalho das empresas e os servidores do governo lotados nas secretarias de Inspeção do Trabalho, do Ministério da Economia, responsáveis pela aplicação das normas regulamentadoras.

Trabalhador de limpeza de hospital está vulnerável aos acidentes

Por Emily Sobral

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Sei que há uma gritaria por parte dos trabalhadores e sindicatos contra a terceirização de serviços, que dizem provocar a precarização do trabalho. Não entro no mérito da questão hoje, mas trago, sim, o assunto da terceirização das atividades-meio, voltada aos serviços de limpeza em hospitais.

Somos um dos campeões em acidente do trabalho. Que beleza! Mas há como mudar isso

Por Emily Sobral

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As violações às normas de saúde e segurança são, por vezes, descobertas pela fiscalização do Ministério do Trabalho. Infelizmente, nem sempre a aplicação de autos de infração resolve o problema do patrão que descumpre leis. Para a prevenção de doenças e acidentes do trabalho é preciso ir bem mais além da punição.

Profissionais de saúde são infectados por HIV e hepatite, após acidentes de trabalho

Por Emily Sobral

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Parece óbvio que a cultura de segurança contra doenças e acidentes de trabalho já esteja incorporada entre os profissionais de saúde. Mas, hoje, quem ousa fazer essa relação automática está sendo ingênuo. Pelo contrário, a NR 32, norma regulamentadora publicada em 2005, que trata das diretrizes de medidas de segurança à SST dos trabalhadores dos serviços de saúde,

Médicos e enfermeiros. Negligentes com a própria saúde, NR 32 veio leva-los à sensatez

 A realidade ocupacional no segmento dos estabelecimentos de assistência à saúde (EAS) convive com contradições. Por um lado, eles são os que menos se preocupam com a saúde dos seus traba­lhadores. Ao mesmo tempo, por outro, gestores de serviços de saúde iniciam verdadeira cruzada para que a saúde e segurança de seus profissionais estejam no centro das discussões e nos planos de investimentos.

EPI e jalecos de hospital na rua: nem pensar!

Sim, senhores! Ainda há fascínio diante de profissionais da saúde, utilizando jaleco branco com estetoscópio no pescoço. O problema não se trata do status que esses profissionais exibem. A questão é o rotineiro uso do uniforme fora do ambiente de trabalho, como, por exemplo, em padarias próximas aos serviços de saúde. Mas o que quero ao abordar essa imprudência?

Quem cuida da saúde dos pacientes tem direito a cuidar-se

Os serviços de saúde do Brasil, como hospitais públicos e privados, ambulatórios, laboratórios, de maneira geral, ainda não se adequaram às diretrizes da norma regulamentadora 32. Essa norma, que trata da segurança do trabalho dos profissionais de saúde, já está em vigor há 10 anos. A maioria dos serviços que conseguiu pôr em prática as recomendações da NR concentra-se na região Sudeste,