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Fiscalização não é para inglês ver

Emily Sobral Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

Chegamos a um momento no País em que é preciso revelar: a grama é verde, meu povo! Transportando essa obviedade à área de segurança do trabalho, reavivo a memória dos responsáveis pela gestão de SST das empresas: ao inspecionar as instalações de um estabelecimento empresarial, o auditor fiscal,

LTCAT ainda é um importante documento em SST

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A segurança do trabalho está ancorada na legislação por meio de normas regulamentadoras, portarias, instruções normativas e decretos para que os ambientes laborais não produzam doenças e acidentes ocupacionais. Respeitando o arcabouço legal, as medidas preventivas mitigam os riscos existentes, mas não os eliminam 100%. Assim, o direito previdenciário aborda e especifica legalmente a questão dos riscos ocupacionais a que estão expostos os trabalhadores.

Análise de riscos é o princípio da gestão de segurança

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Há na gestão de saúde e segurança do trabalho um mandamento supremo: a análise de riscos. O objetivo dessa atividade do profissional de SST é fazer um exame prévio sobre a possibilidade de acidentes num local, equipamento ou tarefa laboral.

Analisam-se os fatores de risco que levam a possíveis infortúnios de trabalho.

Não se pode deixar a manutenção de máquinas em segundo plano

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Qual é a relação entre o setor de manutenção das empresas e o Serviço Especializado de Engenharia e Medicina do Trabalho (Sesmt)? Ora, obviamente, toda manutenção executada de forma segura e regular é essencial para manter a segurança de máquinas e equipamentos em ordem, reduzindo os riscos aos trabalhadores.

Acidente de trabalho: vamos acabar com essa vergonha nacional

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O acidente de trabalho no Brasil atinge números constrangedores, pois nesse ranking, segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), o País só perde para China, Índia e Indonésia. Ou seja, estamos no quarto lugar.

Há várias causas para que esse drama entre os trabalhadores ocorra,

Primeiramente, EPCs, depois, os EPIs

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Já escrevi algumas vezes neste blog que os equipamentos de proteção individual, os EPIs, são ‘famosinhos’, já que, além dos profissionais e trabalhadores obrigados a utilizá-los, a maioria da população já ouviu falar desses instrumentos. Porém, na gestão de segurança no trabalho regida pelas normas regulamentadoras,

NR12: os grupos antagônicos foram pacificados?

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A norma regulamentadora 12 (NR 12), que trata de segurança de máquinas e equipamentos, sempre gerou confrontação entre governo e trabalhadores, de um lado, e empresários, de outro. A Confederação Nacional da Indústria (CNI), por exemplo, reclamava das excessivas exigências que oneravam os custos das empresas, enquanto seus antagonistas diziam que os industriais não se preocupavam com a segurança dos trabalhadores.

No trabalho, as mãos devem ser protegidas todos os dias

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Eu, Dorothea Piratininga e Eduardo Elias gravamos recentemente um episódio do Prevenir Sempre Pod, nosso podcast de segurança do trabalho, para ressaltar a importância da segurança das mãos dos trabalhadores. Mãos são, na verdade, ferramentas naturais indispensáveis para todo tipo de trabalho, seja operando máquinas pesadas ou computadores.

Segurança do trabalho para quê?

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Sem textão e indo direto ao assunto, hoje faço uma reflexão sobre a aplicação da segurança do trabalho nas empresas. O setor encarregado de colocar em prática as medidas de prevenção contra as doenças e acidentes de trabalho segue a legislação e as normas regulamentadoras vigentes no País.

Profissional de SST que não se comunica, socorre trabalhador acidentado

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É inegável que a comunicação é um recurso essencial nas gestões de saúde e segurança do trabalho das empresas. Como explicar, por exemplo, ao operador de máquinas que ele deve usar os equipamentos de proteção individual durante toda a realização da tarefa? Pela comunicação, obviamente, porque não se pode obrigar,

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