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Quais são os riscos no GRO? E no PGR?

Emily Sobral Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

Dando sequência a mais um post eminentemente técnico em SST, sem considerações políticas, trato hoje de uma dúvida recorrente entre os profissionais de segurança do trabalho: os riscos que devem ser avaliados no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) são os mesmos do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR)?

Perigo e risco no contexto de segurança do trabalho têm conceitos diferentes

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Vou parar, pelo menos hoje, com os textos relacionados à saúde e segurança do trabalho entremeados com política. Reconheço que isso tem a ver com o filósofo Aristóteles, que afirmava que o ‘homem é um animal político’, e também sou um animal (racional), político, não é mesmo?

NR 32 é a mais importante no cenário de coronavírus

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Em tempos de pandemia do ‘vírus chinês’, é sempre importante lembrar a norma regulamentadora 32, que trata de segurança e saúde no trabalho em serviços de saúde. Fazer valer a NR 32 é de vital necessidade, tendo em vista que os profissionais do setor de saúde têm sido as primeiras vítimas do vírus.

A picanha continua no prato de alguns privilegiados, e os acidentes nos frigoríficos continuam acontecendo

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Tenho visto e falado que o confinamento não é tão desesperador para quem tem salário garantido e não corre o risco de ser demitido depois da pandemia. Poder ter no prato um belo pedaço de picanha é, então, um verdadeiro prazer durante esses dias de ‘fique em casa’.

Categoria amada, o bombeiro precisa de boa gestão de segurança do trabalho

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As pesquisas de opinião já concluíram: os bombeiros são os profissionais mais respeitados pela população. Num incêndio, todos querem ser salvos pelos bombeiros. O que ninguém pensa é que essa atividade afeta a saúde deles. Além do risco de morte, durante um combate ao fogo, há outros a que eles vivem expostos no dia a dia.

EPI todo mundo sabe o que é, principalmente os coleguinhas!

Emily Sobral Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

Quando pauta os acidentes de trabalho no País, a grande imprensa, por meio de seus repórteres, demonstra seu desconhecimento sobre o setor. Percebo isso quando leio a reportagem, citando apenas os Equipamentos de Proteção Individual, os EPIs. Para ela, os EPIs são a salvação para não haver acidentes.

Doenças por metais pesados: prevenção, acompanhamento e vigilância

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O acompanhamento e a vigilância das condições de saúde de trabalhadores expostos ao chumbo, cádmio, cobre e zinco, que são metais pesados, em ambientes potencialmente perigosos, devem fazer parte de políticas públicas.

A exposição a essas substâncias pode produzir agravos à saúde como intoxicações e contaminações,

Limite ao calor de ambientes ocupacionais

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Entre os agentes nocivos dos ambientes de trabalho, o calor, que está presente em siderúrgicas, forjarias e em tarefas desenvolvidas a “céu aberto”, como na construção civil, precisa de avaliação da exposição ocupacional.

Uma das recomendações de medidas preventivas mais importantes é a aplicação de limites de tolerância.

A avaliação dos agentes de riscos ambientais requer instrumentos e estratégias corretos

Por Emily Sobral

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A análise de riscos ambientais, como químicos, físicos e biológicos, é feita por meio de instrumentos, e os critérios são definidos por normas e metodologias padronizadas. Uma análise por suposição é papo furado, pois num ambiente que contém benzeno, por exemplo, não basta apontar sua presença,

Trabalhador com juízo não vai querer cheirar cola para adoecer no futuro

Por Emily Sobral

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Não é preciso ser PHD para entender que trabalhadores que ficam expostos à tinta, cola ou solventes podem desenvolver problemas de saúde. Inclusive, uma pesquisa internacional publicada na revista Neurology concluiu que essas pessoas podem, durante a velhice, padecer com lapsos de memória.  O estudo descobriu também que indivíduos com alta exposição recente a solventes tinham um risco aumentado de declínio cognitivo e déficit de memória.

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