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Quando a indisciplina leva à advertência aos empregados? Nada que uma boa conversa não resolva

Emily Sobral Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

O respeito entre patrão e empregado é uma premissa básica para relações saudáveis e civilizadas dentro das organizações. Normas, regulamentos e leis existem porque o ser humano é imperfeito e, muitas vezes, escorregam em cascas de bananas, se é que me entendem…

Abro falando de respeito,

Insalubridade: empresas precisam conhecer e cumprir a lei

Emily Sobral Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

Há questões legais apontadas pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e normas regulamentadoras relacionadas ao ambiente ocupacional insalubre. Esses ambientes expõem o trabalhador a agentes nocivos, como físicos, químicos ou biológicos, capazes de causar danos à saúde. Exemplos de agentes: calor, frio, umidade, radiações ionizantes e não-ionizantes etc.

No ambiente de trabalho, exigência excessiva é nociva ao empregado e à empresa. Simples assim

Emily Sobral Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

As excessivas e até mesmo cruéis exigências relativas à produtividade nas empresas têm resultado em trabalhadores com transtornos mentais. Muitos estudos e consultas com médicos do trabalho revelam que os empregados dos diversos ramos de atividade estão adoecendo mentalmente.

Sob o ponto de vista das empresas,

Pau que bate em Chico, bate em Francisco

Emily Sobral Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

Você sabe que qualquer empregado pode recusar-se a fazer determinada atividade no trabalho e não ser demitido por conta disso? Será que o sujeito é insolente ou atrevido? Só que não. Na legislação brasileira há o chamado ‘direito de recusa’. Trata-se apenas de a lei ser favorável ao trabalhador que esteja exposto a situações de risco grave e iminente.

NR 1 alterada e com mais objetividade

Por Emily Sobral

Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral6

Vou começar pelo começo, falando das mudanças da Norma Regulamentadora 1, que determina que as normas regulamentadoras, relativas à segurança e medicina do trabalho, tornam-se obrigatórias para todas as empresas privadas e públicas, além dos órgãos públicos da administração direta e indireta, desde que possuam empregados regidos de acordo com a CLT.

Comissões tripartites vão acabar?

Por Emily Sobral

Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

No início da semana, consultei o experiente José Augusto Silva Filho, que é consultor e técnico de segurança do trabalho, com larga experiência em inúmeros ramos de atividade, além de diretor de Relações Institucionais da Associação Brasileira dos Técnicos de Segurança do Trabalho (ABRATEST),

Como ficará a Aposentadoria Especial com a reforma da Previdência?

Por Emily Sobral

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Neste momento em que acompanhamos a novela real da proposta de emenda à Constituição (PEC) da reforma da Previdência Social, encaminhada pelo governo Bolsonaro à Câmara dos Deputados, este blog propõe tratar a PEC sob o ponto de vista da segurança do trabalho. E por que abordar o assunto?

Comunicação clara é o ponto alto na gestão de segurança do trabalho

Por Emily Sobral

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A gestão de segurança do trabalho é desafiadora porque os profissionais envolvidos com o setor precisam conhecer a legislação, compreendendo 37 normas regulamentadoras, que passam por atualizações, e também há muitos textos legais ambíguos, que dão margem a diversas interpretações.

Acho,

Sem vacilo quanto ao prazo para solicitar o auxílio-doença

Por Emily Sobral

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O empregado brasileiro adora ir buscar ‘seus direitos’ na Justiça do Trabalho. Achou que o patrão o está passando para trás, já contrata um advogado para entrar com uma ação judicial. Com a nova lei trabalhista em vigor desde o ano passado, as coisas mudaram um pouco para o empregado.

Minha empresa é 100% administrativa, preciso ter os laudos de insalubridade e periculosidade?

Hoje, sexta-feira (22), convido Renan Ragazini, engenheiro de segurança do trabalho, com 10 anos de experiência no segmento de Segurança e Saúde Ocupacional na Porto Seguro, para me substituir. Ele apresenta um tema que gera muitas dúvidas no setor e, felizmente, com o post esclarece e presta um serviço ao blog. Valeu, Renan, a folga que você me propiciou e,