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Socorro aos profissionais de saúde que estão expostos aos riscos do covid-19

Emily Sobral Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

Proteção acima de tudo (Foto Pixabay)

“Não há nada tão ruim que não possa piorar” é uma frase irônica e ilustrativa para os dias de hoje, com a pandemia do ‘vírus chinês’. Vejam bem, os profissionais que trabalham na linha de frente aos pacientes confirmados ou suspeitos de covid-19, como médicos e enfermeiros, estão cada vez mais vulneráveis aos riscos de contaminação nos serviços de saúde. E sabem por quê? Segundo denúncia ao Conselho Federal de Medicina (CFM), há cerca de 17 mil irregularidades na infraestrutura ocupacional de serviços públicos ou privados. Em 2.166 serviços de saúde, faltam máscaras N95 (ou equivalente), e outros equipamentos de proteção individual (EPIs); a insuficiência de kits de álcool gel ou 70%, de exames para covid-19; e a carência de equipes de enfermagem (enfermeiros e técnicos).

Segundo apuração do CFM, a queixa rotineira está relacionada à falta de (EPIs), considerados obrigatórios para o enfrentamento de epidemias. Apesar da recomendação das autoridades sanitárias, como o Ministério da Saúde e a Organização Mundial da Saúde (OMS), pelo menos 1.585 formulários denunciaram falta de máscara N95 ou equipamento equivalente. Também foi notificada falha na oferta de aventais (1.417 relatos), óculos ou protetor facial (1.215), máscara cirúrgica (1.038), gorro (697) e luvas (496).

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