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Sem carro elétrico, os riscos do benzeno aos frentistas de postos de combustíveis ainda precisam ser prevenidos

Por Emily Sobral

Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

O bom de carro elétrico é não ter gasolina e risco do benzeno ao frentista (Foto Pixabay)

Obviamente, enquanto o carro elétrico não for uma realidade no Brasil, o povo neste País continuará abastecendo seu veículo em postos de combustíveis. Enquanto a missão deste blog for abordar a prevenção contra doenças e acidentes de trabalho, este abordará os riscos de exposição ao benzeno para os frentistas que trabalham em postos de gasolina. Os efeitos ocupacionais do benzeno foram discutidos este mês, numa conferência realizada pelo Ministério Público do Trabalho do Maranhão (MPT-MA), em São Luís.

Entre os temas abordados, destacou-se a norma regulamentadora (NR) 9, que trata do programa de prevenção de riscos ambientais, do Ministério do Trabalho. O programa especifica sobre os cuidados que devem ser tomados no uso do produto, incluindo orientação contínua dentro da empresa, monitoramento dos riscos à exposição, utilização de Equipamentos de Proteção Individual e Coletivos, além de realização de exames médicos semestrais, com foco central no hemograma.

O debate sobre os aspectos legais envolvendo adoecimento e o cuidado com o trabalho dos frentistas também esteve presente. Na ocasião, foram esclarecidos os procedimentos seguros a serem adotados pelos empregadores e empregados para a preservação da saúde e proteção contra acidentes de trabalho. O MPT não se furtará em adotar todas as medidas necessárias para garantir a observância da lei. Afinal, o que está em jogo é a vida dos trabalhadores.

Agora você pode ler este post também na PATISEG, portal digital de prevenção de acidentes de trabalho, incêndio e segurança eletrônica.

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