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Profissionais reúnem-se para difundir conhecimento sobre detecção de gases

Por Emily Sobral

Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

Encontro de profissionais para discutir detecção de gases na agroindústria (foto Pixabay)
Eduardo Elias (Foto divulgação)

Por quase dois anos, alertei neste blog com meus posts, semanalmente, o risco das atmosferas explosivas no setor de agroindústria. Exemplificando, os silos de armazenamento de grãos, que é um espaço confinado, e mantém ventilação insuficiente para excluir os contaminantes, podem explodir e, infelizmente, muitos explodem. Assim, fica claro que contra explosões e outros riscos em locais confinados, a prevenção e as medidas de seguranças são mais do que necessárias.

Mas não basta as empresas quererem, é preciso haver profissional qualificado e atualizado para colocar em prática as ações preventivas. Creio que foi nesse contexto que surgiu o Grupo de Saúde Ocupacional (GSO) da Agroindústria Sucroenergética, reunindo profissionais de segurança do trabalho que, frequentemente, trocam experiências e conhecimento. Isso revela a disposição deles de buscar as melhores técnicas e tecnologias, por meio da disseminação de informação técnica, para poder aplicar em suas empresas, protegendo os trabalhadores que laboram no setor. Como não perdem tempo, esses profissionais estarão reunidos no próximo dia 28, para o 1º ENTEC GSO | Nexus EPI | City Vida 2019, em Sertãozinho (SP).

Recebi a informação do evento e um tema me chamou à atenção: Detecção de Gases na era da Indústria 4.0. O palestrante será Eduardo Elias, gerente comercial da General Instruments, técnico de segurança do trabalho e profissional coach. Para o blog, ele resumiu sobre o que vai expor ao público. Segundo Eduardo Elias, hoje o mercado já oferece diversas tecnologias para a detecção de gases para as mais diversas atividades industriais. “Há ferramentas que estão disponíveis, mas, muitas vezes, acabam não sendo utilizadas. Com o advento da indústria 4.0, criando fábricas inteligentes dirigidas pela Internet das Coisas (IoT), os detectores estarão, cada vez mais, conectados em tempo real, ajudando os profissionais a fazerem o monitoramento dos ambientes que contêm gases tóxicos e que colocam em risco os empregados”, explica. Na indústria 4.0, em tempo real e com softwares apropriados, os detectores alertarão sobre os riscos, e medidas poderão ser tomadas antes que os acidentes aconteçam. “Independentemente da evolução tecnológica já alcançada, é importante alertar para o risco desses ambientes, e que os profissionais saibam fazer a detecção de forma correta, utilizando ferramentas já existentes, com fornecedores de instrumentos que ofereçam treinamento, especialmente na agroindústria sucroenergética”, revela Elias.

Agora você pode ler este post também na PATISEG, portal digital de prevenção de acidentes de trabalho, incêndio e segurança eletrônica.

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