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Profissionais da saúde pública continuam sendo vítimas de má gestão na pandemia

Emily Sobral Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

Somente metade dos profissionais de saúde recebeu Equipamentos de Proteção Individual (EPI) (Foto Pixabay)

Infelizmente, o Brasil não é para amadores. No meio da pandemia de Covid-19, com o governo federal liberando bilhões aos estados e municípios para ações práticas e necessárias de mitigação e prevenção à contaminação, eis que estudo feito pelo Núcleo de Estudos da Burocracia (NEB), da Fundação Getúlio Vargas (FGV), concluiu o seguinte: mesmo as categorias da área da saúde que estão expostas, diariamente, a um alto risco de contágio da doença, somente metade dos funcionários recebeu Equipamentos de Proteção Individual (EPI) para desenvolver suas atividades, no mês de junho.

Outra barbaridade de gestão: apenas um em cada três profissionais de saúde foi testado para covid-19. Os EPI faltaram, sobretudo, entre agentes comunitários de saúde e os agentes de endemia. Em junho, apenas 32% deles receberam esse tipo de item, por iniciativa dos respectivos empregadores.

O índice está somente um pouco acima do registrado em abril, de 19,65%. Assim, não adianta descabelar-se, vamos continuar cobrando responsabilidade e eficiência na gestão da pandemia, pois não adianta governadores ‘cocotinhas’ afirmarem que fizeram tudo pela ciência e medicina. Como se vê, eles mentem!

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