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Perigo e risco no contexto de segurança do trabalho têm conceitos diferentes

Emily Sobral Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

Perigo: mar cheio de tubarões. Risco: ir surfar lá. Captou? (Foto: Pixabay)

Vou parar, pelo menos hoje, com os textos relacionados à saúde e segurança do trabalho entremeados com política. Reconheço que isso tem a ver com o filósofo Aristóteles, que afirmava que o ‘homem é um animal político’, e também sou um animal (racional), político, não é mesmo?

Assim, trato neste post exclusivamente de alguns conceitos de segurança do trabalho e normas regulamentadoras. Por exemplo, no ambiente ocupacional você pode afirmar que perigo é sinônimo de risco? Não, não pode. Afinal, quem é profissional de SST precisa entender os dois conceitos para aplicar à nova norma regulamentadora 1 (NR 1), que trata das disposições gerais de SST e traz procedimentos comuns a todas NRs, bem como o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO).

Então, explico: perigo é a fonte que pode causar lesões ou agravos à saúde. O perigo é intrínseco da atividade. Numa indústria, uma máquina com partes móveis sem proteção é o que se pode exemplificar como perigo. Já o risco está associado à exposição ao perigo, que é a aproximação com a fonte para haver o risco. No caso do equipamento na fábrica, o risco é efetivamente a aproximação do empregado às partes móveis sem proteção.

Concluindo: o perigo é a fonte com potencial de causar lesão, enquanto o risco é a exposição à fonte. Ou seja, o risco ocorrerá por meio da combinação ao perigo. Captou?

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