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Acidente de trânsito com empregado é dor de cabeça. Prevenção é o melhor trajeto

As empresas que têm frotas de carros e motoristas contratados não podem ficar alheias às responsabilidades diante de acidentes de trânsito causados por eles, durante o trabalho. A companhia é responsável pela reparação civil causada pelo empregado, podendo ser condenada a indenizar as vítimas e/ou prejudicados. No caso específico do motorista de ônibus, a responsabilidade do empregador independe da apreciação da culpa do empregado. Já quando a empresa não é do ramo de transporte, deve-se haver a culpa do motorista no surgimento do acidente.

Os tribunais estão abarrotados de casos envolvendo acidentes de trânsito com motoristas contratados. Há casos julgados com ganho de causa às vítimas, em que a empresa é obrigada a indenizar os familiares de vítimas fatais, pois o motorista deu causa ao acidente. Os casos em que o empregado provocou o acidente porque ingeriu bebida alcoólica, a situação fica mais evidente para que o empregador seja condenado a indenizar os prejudicados. O patrão do motorista responde por ocasião de seu trabalho (no trânsito), o que significa que um acidente será o início de dores de cabeça e prejuízo. Essa situação revela o quanto é importante os motoristas serem treinados e sensibilizados para evitar acidentes durante sua jornada de trabalho. Além disso, cuidar da manutenção dos veículos também é obrigatório para uma empresa que deve sempre antecipar-se aos infortúnios. Os reflexos financeiros não podem ser desconsiderados pelos gestores das empresas, além de eventual desgaste em sua imagem institucional.

Por Emily Sobral

“Não vamos colocar uma meta…” Mas, em SST é possível ter metas claras

Diferentemente do que disse há dias a presidente Dilma Rousseff sobre metas, num discurso “patropi” (gíria de país tropical da década de 70) apenas para ser bacana com ela, quando o assunto é a criação de metas e indicadores de avaliação em saúde e segurança do trabalho, a questão é bem mais objetiva.

Segundo Almir Rodrigues Tavares,

Pó venenoso

Silicose é uma doença pulmonar que leva tempo para se manifestar, relacionada à inalação de poeiras minerais, contendo partículas finas de sílica livre cristalina. A silicose ainda hoje mata trabalhadores de mineradoras, marmorarias, jateadores de areia, protéticos e joalheiros. Sem estatística adequada, a silicose é a principal doença ocupacional pulmonar, responsável pela invalidez e morte de trabalhadores.

SÉRIE CEREST. Maceió alerta para os acidentes com materiais biológicos e os riscos do setor sucroalcooleiro

Paulo Fernandes, do Cerest Maceió (à esq.), ao lado de Allan Vagner, da DProteção

Durante minha estada em Maceió, na semana passada, além de rever uma bela cidade que não visitada desde 96, tive a oportunidade de entrevistar pessoalmente o coordenador técnico no Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest/Maceió),

Prática em plataformas de petróleo é questão de sobrevivência

Empresas de perfuração e exploração marítima de petróleo são obrigadas a tomar medidas de segurança contra incêndio. Afinal de contas, a única maneira de salvar vidas e estruturas materiais milionárias é a prevenção. O ambiente de risco e isolado como uma plataforma de petróleo, por exemplo, requer um plano de contingência e medidas de proteção eficazes.

Efeitos das vibrações ambientais nos trabalhadores podem fazê-los colocar o dedo médio em riste, ops!

A vibração na faixa de frequência de 50 a 200 Hz transmitida ao corpo humano, em especial nas extremidades, pode causar danos físicos permanentes em empregados que trabalham com furadeiras elétricas- manuais e motosserras, entre outras ferramentas.  Ao contrário de muitos agentes ambientais, a vibração passa a ser um problema quando existe efetivo contato físico entre um indivíduo e a fonte,

Em São Paulo, morre por dia um policial de acidente de trabalho

Volto ao assunto do post do dia 21 (terça-feira), sobre os riscos de produtos químicos, para falar especificamente dos policiais, incluindo bombeiros, militares, civis e federais. Nas ocorrências de acidentes com materiais perigosos, são eles que mais estão expostos aos perigos, pois são os profissionais do poder público que socorrem as vítimas quando os acidentes acontecem.

Chegou o dia de debater com os alagoanos um tema que é caro aos trabalhadores: a saúde e segurança no trabalho. Mas, o mar de Maceió, é um grande barato

É hoje, às 18 horas, na Universidade Tiradentes (UNIT), em Maceió, que estará acontecendo o Semiseg – Seminário de Segurança do Trabalho – Tecnologia como ferramenta de prevenção. Estou na cidade para falar no evento sobre Educação em SST pelas mãos da Internet e representar este site que trata, sem bolodório, de Saúde e Segurança do Trabalho.