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Lei dos Caminhoneiros é desrespeitada, e o resultado é bem conhecido: acidentes

Por Emily Sobral

Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

Caminhoneiro precisa de descanso (Foto Pixabay)

Naturalmente, não é todo dia que há fiscalização sobre a jornada de trabalho de caminhoneiros. O problema é que quando há, os fiscais constatam irregularidades que colocam em risco tanto a integridade física dos trabalhadores, como a de passageiros. Em 2015, o governo publicou a Lei dos Caminhoneiros, com mudança na jornada de trabalho e período de descanso.

A lei instituiu o repouso diário obrigatório, também chamado de intervalo interjornada, que é de 11 horas a cada 24 horas. Essa pausa pode ser fracionada, o que, às vezes, coincide com o período de parada obrigatória. A lei foi criada porque os excessos cometidos no que diz respeito às horas de trabalho resultavam em acidentes. No mês passado, foi realizada uma operação do Grupo Especial de Fiscalização do Trabalho em Transportes (Getrac), com apoio de auditores-fiscais de Mato Grosso e da Polícia Rodoviária Federal, abordando motoristas de 32 caminhões na BR-163, em Rondonópolis (212 km de Cuiabá).

Como era de se esperar, as infrações mais comuns identificadas foram a ausência de controle de jornada e de descanso em um intervalo mínimo entre jornadas. Cerca de 15% de todas as mortes relacionadas às atividades de trabalho no País são de motoristas de caminhão, que também ocupam o segundo lugar em incapacidades permanentes. Nos últimos cinco anos, morreram 2.780 trabalhadores do transporte terrestre, e 5.400 sofreram acidentes com sequelas permanentes. Lamentavelmente, muitas empresas exigem do motorista o cumprimento de jornadas exaustivas, que são as alavancas para os acidentes. Sabe-se que o esgotamento por excesso de trabalho pode levar o motorista a ter distúrbios cardiocirculatórios, sonolência, perda da concentração e reflexos, com consequências óbvias que resultam em acidentes.

Agora você pode ler este post também na PATISEG, portal digital de prevenção de acidentes de trabalho, incêndio e segurança eletrônica.

Todo trabalhador precisa cuidar da saúde dos olhos, não é mesmo?

Por Emily Sobral

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Dizer que a cegueira literal, ou seja, a condição definida pela perda da habilidade de enxergar é algo assustador para qualquer ser humano é exprimir o óbvio.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), há cerca de 60 milhões de pessoas cegas no mundo.

Aparelho de ressonância do Sírio-Libanês despenca durante movimentação e mata trabalhador

Por Emily Sobral

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É inegável que ocorrências desastrosas podem acontecer em qualquer ramo de trabalho. Mas há situações em que o infortúnio laboral precisa ser muito bem esclarecido, não é? Afinal, as normas regulamentadoras do Ministério do Trabalho existem para prevenir acidentes. Esse é o caso, por exemplo,

Violências no trabalho estarão em foco em congresso

Por Emily Sobral

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Escolhido o novo presidente do País, há temas que entrarão na pauta política e, consequentemente, os debates serão acalorados. Exemplo? A redução da maioridade penal, uma vez que os crimes bárbaros cometidos por menores de 18 anos têm levado a sociedade a viver acuada.

Espaço confinado: risco a ser conhecido para que se consiga reduzir os acidentes fatais

Por Emily Sobral

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Os gases que se acumulam em espaços confinados são os principais responsáveis por acidentes graves, que vitimam trabalhadores. Os profissionais de segurança em empresas que prestam serviços de engenharia, com atividades em espaços confinados precisam conhecer não apenas quais são os gases que estão frequentemente nesses ambientes,

Repórteres que só têm EPIs na cabeça

Por Emily Sobral

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Acho até engraçado quando a grande imprensa, composta de redes de TV, jornais impressos e os portais de internet, resolve pautar a segurança do trabalho, em geral durante o dia 27 de julho, quando se celebra o Dia Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho.

Deficientes terão EPIs adaptados às suas condições

Por Emily Sobral

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Quem é profissional de segurança do trabalho sabe bem que a resistência que o empregado, muitas vezes, tem em relação a usar o equipamento de proteção individual (EPI) deve-se à dificuldade de encaixe do produto, prejudicando sua função. Por exemplo,

Catador de material reciclável merece toda a atenção dos ambientalistas, não é mesmo?

Por Emily Sobral

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Vivemos numa época em que a reciclagem de objetos descartados, ou seja, o lixo, que é transformado para retornar ao ciclo de produção, é reverenciada como a salvação do planeta.

Sim, de fato, a reciclagem contribui para a preservação ambiental. Porém, há um personagem mais do que principal desse processo que deve ser protegido,

Quedas que vitimam trabalhadores na construção civil resultam da irresponsabilidade das empresas

Por Emily Sobral

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Estou entre aquelas pessoas que consideram urgente e necessário que se resolva o alto índice de quedas de altura na construção civil.

Os acidentes com operários de obras de engenharia têm sido motivo de preocupação em todo o País, mas parece que as empresas de engenharia não aprendem nunca o necessário cumprimento da legislação de segurança e medicina do trabalho.

Google demite executivos por prática de assédio sexual

Por Emily Sobral

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Multinacional de serviços online e software dos EUA, a Google, hospeda e desenvolve uma série de serviços e produtos baseados na internet. Ah, ninguém precisa explicar quem é Google, não é? Não sabe alguma coisa? Dá um ‘google’! Pois bem, a Google, sob o ponto de vista do trabalhador,