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Empresas ajudam fumantes a serem ex-fumantes

Quem fuma e ainda não sacou que o troço está relacionado às doenças cardiovasculares e cânceres, tem todo o direito de continuar se envenenando. Livre arbítrio e liberdade individual são dois dos maiores bens do ser humano. Certamente, em países democráticos.  Agora, como as consequências do tabagismo são nefastas à saúde pública, não há como não haver prevenção e combate ao fumo, especialmente em empresas socialmente responsáveis. A Organização Internacional do Trabalho estima que, por ano, cerca de 200 mil trabalhadores morram por causa da exposição à fumaça tabagística no ambiente laboral. Logo, no mundo, cada vez mais companhias movimentam-se para adotar políticas de ambientes de trabalho livres do fumo. Algumas implantam programas para proteger a saúde dos empregados. E, hoje, com as leis restritivas de tabaco em locais fechados, outras o fizeram para se adequarem à legislação.

Há ainda empresas que fazem programas voltados aos trabalhadores fumantes que querem largar o vício. Estudo revela que entre dez fumantes, sete desejam parar de fumar. Assim, medidas de controle promovidas pelas empresas podem ajudá-los a ter sucesso. Ambientes   livres do fumo diminuem em 4% o número de fumantes. Mas, claro, somente políticas abrangentes são eficazes para eliminar a exposição do fumante passivo. O programa de antitabagismo das empresas deve incluir palestras, acompanhamento médico periódico e entrega de medicamentos gratuitos. Os departamentos médicos das empresas devem fomentar a adesão à campanha. O trabalhador que adere ao programa deve receber acompanhamento em todas as etapas, desde os sintomas de abstinência, passando por necessidades pontuais, até a mudança de hábitos sociais. Ainda em empresas preocupadas em ajudar o fumante a largar o vício, em paralelo, devem-se criar programas de combate à obesidade, para evitar o aumento de peso que normalmente acomete o ex-fumante. O indivíduo que para de fumar com a ajuda da empresa será grato e saberá reconhecer que, além de querer sua melhor performance produtiva, ela também faz algo por sua saúde.

Por Emily Sobral

 

Como proteger a coluna vertebral dos trabalhadores de banho e tosa

Volto a escrever sobre os pet shops e os riscos aos quais estão expostos os funcionários dos estabelecimentos de higiene animal. Agora, vou evidenciar a questão do risco ergonômico. Quem trabalha com banho e tosa costuma ter lombalgias, lesões da coluna, tendinites (LER – DORT) e fatiga.

Segundo o engenheiro de segurança e ergonomista Osny Telles Orselli,

Proteção contra arco elétrico: prática segura e uso de EPI adequado

Um dos primeiros textos que escrevi na área de saúde e segurança do trabalho, em 2009, foi sobre os riscos do arco elétrico. Fenômeno físico próprio do funcionamento do sistema elétrico, o arco elétrico consiste em um curto-circuito que ocorre por meio do ar, gerando calor de forma controlada. As queimaduras por arcos elétricos representam grande parte entre os ferimentos provocados por eletricidade em locais de trabalho.

Quem se preocupa com a saúde dos coletores de lixo?

Quem não se lembra do comentário feito pelo jornalista Boris Casoy, durante o Jornal da Band, vazado por uma falha técnica em que dizia: “Que ‘m.’: dois lixeiros desejando felicidades do alto das suas vassouras. O mais baixo da escala do trabalho”, em uma reportagem ao vivo, no réveillon de 2009? O áudio gerou grande repercussão e parou na Justiça,

Ergonomia deve permitir que os trabalhadores desenvolvam e construam sua própria saúde

Ergonomia não é apêndice nem suplemento. Quem diz isso é Laerte Idel Sznelwar, médico e coordenador do curso de pós-graduação em Ergonomia da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. Sznelwar vai além, afirmando que ainda hoje a alta direção das indústrias não entende o que é ergonomia. Daí, a grande questão é como essa ciência que estuda a relação entre homem e trabalho pode,

O que vem de baixo pode atingir e matar trabalhadores

Quem trabalha em tanques, galerias, dutos, silos, poços, esgotos, valas, trincheiras, entre outros ambientes confinados, está exposto a graves acidentes, seja por explosão, incêndio ou asfixia. Para a gestão de segurança em saúde e segurança do trabalho desses locais, existem a Norma Regulamentadora 33 e a ABNT NBR 14.787. Se o espaço confinado é uma área não projetada para a ocupação humana contínua,

O desafio de ser justo ao ir à Justiça do Trabalho por doenças e acidentes do trabalho

Ir à justiça buscar “meus direitos” já é quase um mantra para muitos trabalhadores, que recorrem à Justiça do Trabalho para tentar reparar erros das empresas, depois que são dispensados do emprego. Hoje, as questões das horas extras, verbas de rescisão, reconhecimento de vínculo empregatício e não recolhimento do FGTS estão no topo da lista das causas de ações trabalhistas.

Demitir preconceitos faz o ambiente de trabalho mais saudável

Se os ambientes de trabalho tivessem mais empregados entusiasmados, satisfeitos e contentes estaríamos em outro planeta? Pode ser que sim, mas pode ser que não. Neste planeta em que vivemos, os ambientes laborais podem ser produtivos, lucrativos e felizes. O que não pode haver é discriminação no trabalho por conta da orientação sexual dos profissionais.

Cerest da Paraíba não brinca em serviço

Continuo com a série Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerests) do Brasil. Neste post vou escrever sobre uma equipe de 26 profissionais, que dá conta de atender 223 municípios do Estado. Segundo a enfermeira e coordenadora do Cerest Estadual da Paraíba, Celeida Barros, há também no Estado os Cerest que atendem as quatro macrorregiões,