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Má notícia da cadeira: sentar afeta a coluna. A boa: trabalhar faz bem

A revista Superinteressante deste mês publicou uma matéria sobre a cadeira. Sugiro ler todo o artigo, porque quem trabalha sentado e sofre com dores nas costas pode tirar algum proveito. Apenas no século 19 foi possível entornar a madeira com vapor quente para fazer esse objeto mais delicado. Segundo o projetista que pensava o design da cadeira, conforto não era item de relevância. Era a estética que prevalecia. Desde aquela época, a aparência é o que mais importa. Triste ser humano! Mas, voltando à cadeira, que é o posto de trabalho de tanta gente. Ao citar pesquisas internacionais, a revista apresenta um problema sem solução aos trabalhadores de escritórios, que ficam horas em frente do computador, porque sentar faz mal à coluna.

O médico Alf Nachemson, da Universidade de Gotëborg, da Suécia, durante a década de 1970, examinou nove voluntários em 26 diferentes posições e mediu a pressão dos discos na região lombar. O cientista detectou que, a coluna da pessoa quando está sentada recebe mais de 40% de pressão do que quando está de pé. Em pé, pés e pernas sustentam o peso do corpo. Já sentado, é a coluna e a bacia que cumprem essa função. As regiões lombar e dorsal são a que mais sofrem.

Porém, as céticas constatações sobre a cadeira não param aí. Outra pesquisa com 220 pessoas feita pela Universidade de Sydney, na Austrália, concluiu que quem passa mais de 11 horas sentado tem 40% mais chance de morrer nos próximos três anos, comparado a quem fica apenas quatro horas por dia. Pelo estudo, o risco existe mesmo se a pessoa praticar atividade física. Calma, a pesquisa mede risco e probabilidades. Na verdade, a chance é que você não morra nos próximos anos. No entanto, aos trabalhadores que passam muitas horas sentados restam poder contar com cadeiras ergonômicas, e que os patrões compreendam que esses levantem a cada hora e andem um pouco. E colocar na rotina diária exercícios de alongamento da coluna também é essencial. Ah, se for ler a matéria da Superinteressante na íntegra, sugiro que faça um pouco sentado, um pouco em pé.

Por Emily Sobral

“Cuidando da minha vida”

Por Irene Solano da Costa
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