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Nova presidente da Fundacentro: minhas impressões sobre ela

Por Emily Sobral

Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

Marina Brito Battilani, presidente da Fundacentro (Foto: divulgação)

Não li toda a entrevista da presidente da Fundacentro, Marina Brito Battilani, concedida à revista Proteção do mês de maio. Mas já gostei dela. A jovem advogada, que é do Paraná, mudou-se para São Paulo e, em 2012, após aprovação em concurso público, passou a integrar a Procuradoria-Geral Federal da Advocacia-Geral da União. Sua experiência com SST está relacionada à coordenação da Equipe de Trabalho Remoto de Benefícios por Incapacidade da 3ª Região, junto ao INSS, quando atuou com questões referentes à insalubridade e à aposentadoria especial.

A Fundacentro agora está vinculada ao Ministério da Economia. Achei Marina articulada e que tem em mente muito claro como conduzirá a Fundação: redesenhar o órgão para que tenha seu papel original de volta, ou seja, ser uma instituição com produção científica pujante, para poder difundir no meio profissional de segurança do trabalho, um conhecimento técnico atual, condizente com as demandas das empresas e trabalhadores de hoje. “Somente a partir da produção de conhecimento científico, que é o objetivo principal da Fundacentro, conseguiremos gerar outros “subprodutos”, que são a capacitação de pessoas e a difusão de saberes”, expõe a presidente.

Além disso, ela é favorável à revisão e a modernização das normas regulamentadoras (NRs), que estão na lista de prioridades da Fundacentro. Para ela, a modernização e a desburocratização da legislação infralegal das NRs são outros importantes pilares para a nova cara da Fundação. “A legislação de SST hoje é muito extensa, o que gera uma insegurança e uma instabilidade jurídica tremenda para o setor produtivo. A Secretaria Especial de Previdência e Trabalho é responsável por reduzir essa normatização, mas sem diminuir os direitos e as balizas de saúde e segurança. A ideia é desburocratizar a forma como as normas estão colocadas e não, de maneira alguma, reduzir direitos”, disse ela na entrevista.

Felizmente, a Fundacentro abre espaço para uma mulher, que não precisa ser chamada de presidenta, para exercer uma liderança construtiva ao setor!

Agora você pode ler este post também na PATISEG, portal digital de prevenção de acidentes de trabalho, incêndio e segurança eletrônica.

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