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Home office vai durar. Então, faça o que é certo em nome da saúde física e mental

Emily Sobral Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

Meu lar, meu home office (Foto Pixabay)

Trabalho em home office há exatos 5 anos. Em 2015 não havia pandemia do vírus chinês, mas fui dispensada, juntamente com toda a redação, da revista CIPA, que depois de trocar de mãos, fechou recentemente, infelizmente. Assim, precisei reativar minha empresa de comunicação para continuar economicamente ativa. Se é que me entendem. Não sei ao certo qual foi o motivo de a CIPA ter encerrado suas atividades, mas certamente a pandemia deve ter boa parcela de culpa nesse triste fim. Ou seja, mais uma empresa termina suas atividades. Aliás, fechar as portas é o que muito governador ajudou a fazer com o lockdown, tudo em nome da ciência e medicina, só que não.

Sei que a introdução foi longa, mas, hoje, na verdade, quero repercutir excelente artigo de Hudson de Araújo Coutomédico do Trabalho, sobre o home office no contexto da ergonomia, publicado na revista Proteção, esta ainda de pé. Hudson assinala que esse modelo de ambiente laboral mexe com a saúde não apenas pelo posto de trabalho, mas porque deve criar uma combinação psicológica à nova realidade da atividade profissional feita em casa. Complicou? Não, caro leitor, novo cenário, novos desafios.

Hudson cita a importância de se criar uma nova atitude mental. Um ponto abordado pelo médico com o qual concordo plenamente, por experiência própria, é a importância de manter a disciplina dentro de casa/trabalho, como ter horários definidos para todas as atividades, separando a profissional das demais, feitas no lar. Ainda que exista uma nova realidade, o trabalhador precisa manter objetivos de longo prazo, mais realistas: “como irá ajustar sua carreira em relação ao “novo normal” do futuro, como serão seus objetivos, seus sonhos pessoais e sua visão de futuro”, expõe Hudson. De modo geral, ele recomenda que não se deve ‘exigir’ mais que o patrão ofereça uma boa cadeira, ou seja, invista você mesmo no mobiliário e não se esqueça da “cadeira que tenha regulagem fácil da altura, almofada de boa maciez, apoio do dorso adequado, em ângulo tronco-coxa de 100 graus, giratória; e um bom apoio para os pés. Lembre-se ainda de conectar o notebook a um monitor de vídeo, a um teclado e a um mouse”.

Resumidamente, o médico destaca também que todo bom posto de trabalho precisa ser informatizado, com itens como “monitor de vídeo bem posicionado e de bom tamanho, teclado macio e com teclas inclinadas, mouse próximo do corpo, simetria entre tronco, teclado e monitor de vídeo, aplicativo funcionando bem e bom suporte de TI. Nessas condições, o trabalho sai rápido e sua produtividade será alta”, afirma Hudson.

CLIQUE NO PLAY DO THUMBNAIL ABAIXO E OUÇA O PROGRAMA “DIRETO À POLÊMICA”, COM CÉLIA WADA, QUE EXPLICA COMO SE DEVE FAZER O RETORNO SEGURO AO TRABALHO, APÓS A QUARENTENA DO PAÍS. 

Agora você pode ler este post também na PATISEG, portal digital de prevenção de acidentes de trabalho, incêndio e segurança eletrônica.</a

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