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Exoesqueleto: uma tecnologia em sintonia com a ergonomia?

Por Emily Sobral

Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

O exoesqueleto é para ser ‘vestido’ pelo trabalhador de linha de montagem, fornecendo aos membros do corpo mais movimento, força e resistência

Desde o ano passado que um tema de ficção científica entrou no contexto de segurança do trabalho. Trata-se da adoção de exoesqueletos na rotina de trabalho em indústrias. Mas, ficção científica, que nada! De fato, os robôs exoesqueletos não estão ainda na boca do trabalhador, mas já é uma realidade, sim. Por exemplo, em 2018, o Ministério Público do Trabalho (MPT) e a Fundação Jorge Duprat e Figueiredo (Fundacentro) firmaram uma parceria para estudar os impactos do uso de exoesqueletos na saúde e ergonomia do trabalho. O exoesqueleto é para ser ‘vestido’ pelo trabalhador de linha de montagem, na indústria automobilística, por exemplo, e é alimentado por um sistema de motores elétricos, fornecendo aos membros do corpo mais movimento, força e resistência.

Eu, que estava no século passado e não conhecia o conceito e a realidade dessa tecnologia já utilizada no País, que funciona como suporte ou revestimento junto ao corpo humano, prometendo aliviar o desgaste físico de operações, começo a me interessar pelo tema a partir de hoje. Mesmo com uma literatura escassa sobre o assunto, vou passar a pesquisar e entrevistar profissionais envolvidos com essa tecnologia.

O exoesqueleto está diretamente ligado à Indústria 4.0, uma evolução de uma indústria que interage o homem e a máquina. A tecnologia é inovadora e diferente de tudo que já foi aplicado à indústria convencional até hoje. O objetivo do exoesqueleto é trazer conforto ao operador, dando mais flexibilidade e, consequentemente, agilidade. O exoesqueleto suporta peso, retirando a fadiga muscular do trabalhador, pois reduz seu esforço físico no decorrer da jornada laboral. Evidentemente, o trabalhador precisa adaptar-se à tecnologia, para depois sentir os benefícios da sua utilização.

Agora você pode ler este post também na PATISEG, portal digital de prevenção de acidentes de trabalho, incêndio e segurança eletrônica.

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