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Espaço confinado: sem proteção não se pode entrar

Emily Sobral Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

Tubulões são exemplos de espaços confinados (Foto Pixabay)

Cada ambiente ou atividade profissional tem seus riscos próprios. Por isso, a análise de risco é ferramenta imprescindível na gestão de segurança. Mas quando a tarefa a ser exercida pelo trabalhador é num espaço confinado, todas as medidas de prevenção são baseadas na norma regulamentadora 33, e nada pode ser subestimado.

Os espaços confinados são ambientes com deficiência de oxigênio. Assim, primeiramente, deve-se apurar o nível de oxigênio para evitar emergências. Além desse aspecto vital, é necessário também identificar quais os contaminantes que possam estar presentes naquele local, como partículas, gases e vapores. Todas as medidas prévias à entrada num espaço confinado visam proteger o trabalhador de intoxicação e sufocamento, visto que não há ventilação natural.

Além desses riscos, pode haver a chance de quedas, escorregões e impactos, já que a visibilidade é deficiente, pela inexistência de luz natural. Sem contar também o grave risco de explosão, pela elevada concentração de gases inflamáveis. Assim, pelas características do trabalho em espaço confinado, a NR 33 impõe o uso de um conjunto de equipamentos de proteção individuais, tais como: cinturão de segurança; tripé, guincho resgatador e manual; equipamentos auxiliares para resgate (polia, ascensor, descensor e mosquetão); capacete de segurança; respirador; luvas de segurança; calçado fechado.

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