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Ergonomia e segurança aos trabalhadores rurais para que o agronegócio cresça ainda mais. O País agradece!

Emily Sobral Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

Ergonomia para o trabalhador e o agronegócio evoluíem (Foto Pixabay)

Não há como negar a importância do agronegócio para a economia brasileira. Não estimulo a polarização entre produtores rurais, ambientalistas e trabalhadores rurais, não. O que reconheço é que existe um elevado número de doenças ocupacionais e acidentes de trabalho no campo, recorrentes, de má utilização de ferramentas, posturas inadequadas para a realização da função, carga de trabalho excessiva e outros riscos nessa atividade.

Outro ponto é a organização da produção agrícola hoje, que inclui a mecanização e a utilização massiva de tecnologia no campo, que precisa de treinamento aos trabalhadores. Os riscos dessa atividade são muitos, como exposição à radiação solar intensa por longos períodos, ataques de animais peçonhentos, acidentes com máquinas agrícolas, exposição a fertilizantes químicos, agrotóxicos, produtos veterinários, venenos para controle de parasitas e rotina repetitiva sem pausa ao executar determinadas tarefas, como colheita, que pode causar LER/ DORT (Lesões por Esforços Repetitivos/Doenças Osteomusculares Relacionadas com o Trabalho).

Para a boa administração no campo, o produtor rural deve implementar vários programas de segurança, além da norma regulamentadora 31, que trata de segurança e da saúde no trabalho na agricultura, pecuária, silvicultura, aquicultura e exploração florestal. O objetivo é que o empregador ofereça condições seguras de atuação, com base nas avaliações de riscos e criação de medidas de proteção necessárias.

A gestão de SST no campo é ampla e complexa, mas citarei apenas a obrigatoriedade dos equipamentos de proteção individuais (EPIs) prevista pela NR 31, que inclui protetores faciais; óculos de segurança; protetores auriculares; luvas de segurança; respiradores de filtros mecânicos, combinados ou químicos; mangas; perneiras; calçados de segurança; aventais; macacões; coletes ou faixas de sinalização; jaquetas e capas; e vestimentas especiais. Por ser uma questão tão importante e que está relacionada ao setor que sustenta o Brasil nas costas, a Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) irá promover o ENESTA Encontro Nacional de Ergonomia e Segurança do Trabalho no Agronegócio, nos dias 7 e 8 de outubro.

CLIQUE NO PLAY DO THUMBNAIL ABAIXO E OUÇA O QUARTO EPISÓDIO DA # 3 SÉRIE DE SEGURANÇA DOS PÉS

Agora você pode ler este post também na PATISEG, portal digital de prevenção de acidentes de trabalho, incêndio e segurança eletrônica.

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