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EPI, qual indicar?

Emily Sobral Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

A escolha dos EPIs depende da análise dos riscos (Foto Pixabay)

Hoje escrevo sobre uma clássica pergunta na gestão de segurança do trabalho: como escolher o Equipamento de Proteção Individual (EPI) para as atividades laborais? Primeiramente, devem-se conhecer os riscos específicos e o ambiente de cada setor produtivo. Afinal, é a natureza da atividade que vai indicar a ação preventiva aos riscos existentes.

Tratamos, por exemplo, de um serviço de saúde em tempos de pandemia. Ao fazer a análise de risco desses estabelecimentos, o gestor de segurança vai constatar que o risco biológico é facilmente encontrado nesse tipo de ambiente hospitalar. Portanto, o número de acidentes com os profissionais de saúde envolve episódios com agulhas ou outros perfurocortantes, além de contato com sangue ou materiais contaminados. Mas os trabalhadores da saúde estão expostos também aos riscos físicos, tais como ruído, vibrações, pressões anormais, temperaturas extremas, radiações ionizantes e radiações não ionizantes, os químicos, devido às substâncias nas formas de poeira, fumos, névoas, neblinas, gases ou vapores, os psicossociais gerados pela fadiga e tensão, a perda do controle sobre o trabalho, o impacto dos rodízios do trabalho noturno e em turnos, das horas extras, das dobras de plantão, e os ergonômicos, pela postura inadequada com a movimentação de pacientes, equipamentos, materiais e mobiliário não reguláveis.

Como se pode notar, a escolha do equipamento de proteção individual em serviços de saúde vai abranger uma lista grande. Para exemplificar sobre o risco biológico, há de se ter em mente os seguintes EPIs: máscara PFF2/N95, indicada para a proteção de doenças por transmissão aérea como tuberculose, varicela, sarampo e SARG (coronavírus), luva de borracha para proteção da pele à exposição de material biológico, óculos de acrílico para proteção da mucosa ocular. Os óculos devem ser de material acrílico para não interferir na acuidade visual do profissional e permitir uma perfeita adaptação à face, o protetor facial de acrílico para quem atua na área de necropsia e laboratórios, avental impermeável, capote de manga comprida, bota ou sapato fechado e o gorro são considerados dispositivos que asseguram, também, a proteção do profissional.

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