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Entregador por aplicativo precisa de proteção

Emily Sobral Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

Riscos cada vez maiores (Foto Pixabay)

Com a pandemia do Covid-19 (vou continuar dizendo que é o vírus Chinês), em que a população mundial não vai mais ao trabalho, e os alunos não vão mais à escola, há uma classe de trabalhadores essencial (não, não são os profissionais de saúde) à sobrevivência dos ‘prisioneiros’ do lar. Trata-se dos entregadores por – aplicativos que, no Brasil, chega a quase 5,5 mil trabalhadores.

Atualmente, a jornada desses trabalhadores supera as 12 horas diárias. Sem acesso ao álcool gel, água e sabão, método de prevenção contra o coronavírus, os entregadores vivem à margem da prevenção contra as doenças e acidentes de trabalho.

Antes do caos provocado pela pandemia, as reivindicações da categoria concentravam-se na criação de pontos de apoio, no aumento do valor do frete pago pelas operadoras e na criação de vínculo empregatício. Havia também os pedidos às autoridades de uma linha de crédito subsidiado para compra de moto ou bicicleta. Agora, o melhor que os entregadores de aplicativos têm a fazer é buscar, na medida do possível, protegerem-se com álcool em gel e dar atenção à higienização contínua, sempre que puderem. Eles precisam entender que devem higienizar tudo que tocam, o guidão da motocicleta ou bicicleta, a tampa do baú onde fica armazenado o alimento a ser entregue. O resto é pedir proteção a Deus.

 

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Agora você pode ler este post também na PATISEG, portal digital de prevenção de acidentes de trabalho, incêndio e segurança eletrônica.</a

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