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Dor nas costas: vamos derrubar essa hegemonia dentro do INSS

Por Emily Sobral

Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

Medidas de controle precisam ser tomadas contra as dores nas costas (Foto Pixabay)

Em 2017, a dor nas costas foi a doença que mais afastou trabalhadores no INSS: 83.763 mil casos. Nada de novo nessa estatística, pois nos últimos dez anos a enfermidade já lidera o ranking de doenças mais frequentes entre os auxílios-doença concedidos pelo instituto. E quem pensa que as atividades pesadas são as vilãs pelas dorsalgias engana-se, pois são os empregados de escritórios que trabalham sentados por muitas horas seguidas na mesma posição e, claro, quem força a coluna com movimentos repetitivos, os mais afetados.

Os médicos do trabalho têm um importante papel quanto à prevenção da dorsalgia de empregados. Como? Durante as consultas, o médico deve buscar informações com o trabalhador sobre os ambientes e mobiliários aos quais utilizam, para recomendar às empresas os ajustes nesses locais. O profissional deve ainda informar sobre o controle do peso, uma vez que a obesidade influencia a postura corporal, comprometendo a coluna e pescoço.

Em geral, a enfermidade afeta regiões como mãos, quadril, joelhos e coluna, e apresenta as dores como principais sintomas. O problema maior é quando evolui para a perda da função e se torna intratável. Assim, a prevenção deve constar na gestão de saúde e segurança de trabalho, já que a dorsalgia não ataca apenas os trabalhadores mais velhos. Os empregados jovens também estão sujeitos à doença. Contra as disfunções musculoesqueléticas, as empresas podem também oferecer a ginástica laboral, que objetiva alongar os músculos, evitando o pinçamento das estruturas nervosas. Todos nós hoje podemos ser vítimas da dor nas costas. Então, mãos à prevenção!

 

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