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Demitir preconceitos faz o ambiente de trabalho mais saudável

Se os ambientes de trabalho tivessem mais empregados entusiasmados, satisfeitos e contentes estaríamos em outro planeta? Pode ser que sim, mas pode ser que não. Neste planeta em que vivemos, os ambientes laborais podem ser produtivos, lucrativos e felizes. O que não pode haver é discriminação no trabalho por conta da orientação sexual dos profissionais. Segundo pesquisa feita pela consultoria Santo Caos, 40% dos entrevistados já sofreram de rejeição no trabalho por conta da orientação sexual. O ambiente preconceituoso de certos segmentos considerados tradicionalmente machistas acaba intimidando muitos empregados, e são fatores decisivos para optar por uma profissão ou outra.

A pesquisa, que envolveu 230 pessoas com idades entre 18 e 50 anos, de 14 estados do Brasil, apontou que 47% revelam a orientação sexual no trabalho, sendo que desses apenas 32% assumem-na para o chefe imediato e apenas 2% para o gestor de recursos humanos da companhia. O medo de discriminação, demissão ou dúvida sobre a capacidade profissional, falta de intimidade e por não sentir necessidade para expor vida pessoal estão entre os principais motivos alegados para não se manifestarem sobre sua orientação sexual.

O estudo apontou ainda que as empresas precisam, além dos investimentos em treinamentos, pensar em ações e em outros recursos que ajudem a abrir discussões saudáveis para tornar o ambiente cada vez mais favorável à diversidade. Somente dessa maneira os profissionais estarão, de fato, mais engajados com a empresa. Atualmente, não há nas posturas dos gestores e até na cultura da organização um modelo de apoio aos profissionais LGBT.

Por Emily Sobral

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