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DDS funciona porque diminui os riscos de acidentes

Por Emily Sobral

Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral6

Importância do DDS (Foto Pixabay)

Em muitos DDS (Diálogo Diário de Segurança), ferramenta de gestão em segurança do trabalho, geralmente conduzidos por técnicos de segurança, são apontadas as ocorrências que poderiam ter sido evitadas. Por exemplo, o uso de ferramentas com defeito, demonstrando que os trabalhadores não estão sabendo discernir quanto aos riscos de um equipamento inadequado.

Quanto ao uso dos equipamentos de proteção individual, o ‘papo-diálogo’, frequentemente, aborda a recusa de muitos trabalhadores em usarem esses instrumentos de prevenção. Nesse caso, não adianta gritar e ameaçar de demissão, mas o técnico tem que ser persuasivo e atingir seu nível máximo de convencimento.  DDS eficaz é quando as equipes, especialmente operacionais, saem conscientes de que precisam seguir as normas para sua própria segurança. O DDS é um momento, de 10 a 15 minutos, em que o técnico reforça as boas práticas e medidas de proteção, pois funciona como um lembrete aos empregados de como se protegerem de determinados riscos.

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Um Comentário

  1. José Augusto da Silva Filho

    Data vênia não concordo Emily. Apesar de gostar muito do DDS como uma forma de comunicação importante na prevenção de acidentes e gestão em SST. Ela deve ser bem aplicada. Em primeiro lugar não é o TST que deve ministrar, mas sim os supervisores, encarregados e líderes diariamente.
    Outra crítica que faço no DDS, é que ele não deve ser feito apenas na Linguagem Expressiva…”só o Encarregado fala” nesses 10/12 min. e o trabalhador só ouve e vai trabalhar. Erro gravíssimo dentro do conceito técnica-pedagógico. E é assim que ocorre geralmente. Para ganharem tempo junto a Produção. Feedback auditivo e visual, torna-se necessário também. Quando fiz Magistério me recordo de algumas metodologias, Psicologia, Antropologia e Sociologia do Trabalho.
    Deve-se praticar a escuta ativa: Devemos observar atentamente o que o outro fala, seus gestos, expressões faciais e entrelinhas. Muitas vezes ouvimos, mas não compreendemos claramente a mensagem.
    Eles (supervisão) devem construir uma comunicação eficiente e manter um bom relacionamento com a sua equipe, pois é um grande passo para a aprendizagem, pois sobre isto, nós TST devemos treinar e ensinar a supervisão, métodos através de Linguagem Receptiva e ser eloquente (capacidade de compreender a palavra falada). Selecionar os temas, resumido e entregar a eles oficialmente. Registrar a entrega, data e quando foi o treinamento d a Supervisão (repito: quem comanda a equipe e auxiliares: Encarregados, Líderes, Mestres etc.).
    interações verbais, utilizando linguagem informal ou coloquial (linguagem cotidiana) e linguagem espontânea, regionalista e despreocupada com as normas gramaticais.
    O segredo desse tipo de comunicação não poderia ser outro senão ambos os falantes se certificarem de que são também ouvintes, portanto, que existe uma conversa de duas vias, em que ambos falam e ambos escutam, cada um no seu tempo. Nunca interrompa quem está falando, também.
    Pratique a escuta ativa: Observe atentamente o que o outro fala, seus gestos, expressões faciais e entrelinhas. Muitas vezes ouvimos, mas não compreendemos claramente a mensagem. A linguagem dos gestos também pode influenciar a comunicação no local de trabalho.
    Ouvir atentamente e aproveite para entender melhor as opiniões do outro. Se não concorda com o que ele fala, espere terminar e inicie sua resposta de maneira quase neutra, algo como: “Compreendo seu ponto de vista, mas acredito que neste caso….”. Nunca devemos partir para o confronto direto, seja diplomático. Sucesso virá e isto é Boas Práticas SST.
    Nota: A linguagem dos gestos também pode influenciar a comunicação no local de trabalho.

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