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Comportamento de risco: pode parar

Emily Sobral Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

Empregado não pode ter comportamento de risco (Foto Pixabay)

O Brasil conta com uma das mais completas legislações em saúde e segurança do trabalho do mundo. As mais de 30 normas regulamentadoras orientam e obrigam as empresas a adotar medidas que prezam pela saúde e segurança de seus empregados. São as chamadas ações coletivas de segurança. Logicamente não basta haver lei e normas, é preciso que estas sejam cumpridas. Mas há um aspecto basilar que envolve o ser humano, o trabalhador, que se chama comportamento de risco. A conduta e as atitudes tomadas no ambiente de trabalho pelo empregado podem ser representadas por comportamento de risco.

É aí que a ‘porca torce o rabo’. Os hábitos e as condutas imprudentes que expõem o funcionário a situações de perigo, que levam aos acidentes de trabalho. Assim, antes de implantar um plano de segurança, o gestor de SST precisa transmitir o conceito de comportamento de risco ao trabalhador. Dando um exemplo simples: se as atividades ocorrem num canteiro de obras, o operário não pode se negar a usar os equipamentos de proteção individuais (EPIs). Se assim o fizer, estará tendo um comportamento de risco, e o resultado será, por exemplo, machucar a mão com o serrote, pois estava sem as luvas. Independentemente da questão dos EPIs, há outros comportamentos de risco que precisam ser banidos, por meio de conscientização junto aos trabalhadores.

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