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Nem frio nem calor. Deixe o psicrômetro avaliar

O ambiente laboral para ser considerado salubre precisa estar harmonioso, de maneira sincrônica às variáveis de temperatura do ar, umidade relativa do ar, velocidade do ar, calor radiante e renovação do ar. Um ambiente termicamente desajustado é considerado fator de risco. Estresse e perturbações psíquicas, por exemplo, podem ser resultantes de um meio laboral termicamente insalubre.

SÉRIE CEREST: São José do Rio Preto, abrangência recorde

O papel dos Centros de Referencia em Saúde do Trabalhador (Cerests) de prover retaguarda técnica especializada para o conjunto de ações da rede do Serviço Único de Saúde (SUS), nos âmbitos estaduais e municipais de saúde é, sem dúvida, expressivo. Todos os Cerests com os quais mantenho contato para divulgar neste blog contam com envolvimento excepcional dos seus profissionais.

Marceneiro solitário

É claro que não vou confundir alho com bugalho, mas, às vezes, me pego pensando que se, em grandes indústrias que possuem um serviço especializado em engenharia e medicina do trabalho, as doenças e os acidentes de trabalho acontecem, imagine com o trabalhador informal e autônomo? Ele até pode ser livre, leve e solto, mas,

NR 12: questões em disputa

Em 4 de setembro, foi encaminhado à publicação o projeto de decreto legislativo que tramita na Câmara dos Deputados, que visa sustar a aplicação da NR-12, que trata da segurança no trabalho em máquinas e equipamentos, do Ministério do Trabalho e Emprego. Sem dúvida nenhuma, é mais um passo do imbróglio que se arrasta. É óbvio que essa tramitação,

SÉRIE CEREST: Guarulhos, investir na proteção do trabalhador é necessário

“A saúde do trabalhador precisa ser vista como prioridade. Para isso, as políticas públicas devem ser fortalecidas para que o País possa  ter orgulho por  acreditar e investir  nas ações de prevenção e proteção da saúde, voltadas para a atenção acolhedora, resolutiva e humana, enfim, o meio ambiente no trabalho”, testemunha Walquiria Kasaz, coordenadora da gerência em saúde do Cerest Regional Guarulhos,

EXCLUSIVO: Secretaria Municipal da Saúde de SP realiza programa de saúde do trabalhador de controle de zoonoses

É preciso ter respeito com os agentes de zoonoses, afinal de contas eles estão nas ruas, nas casas, nos terrenos baldios, no campo ou em uma casinha de sapé eliminando vetores. Animais como pernilongos, Aedes Aegypti, carrapatos, baratas, pulgas, mosquitos e ratos, entre outros, são vetores, responsáveis por transmitir parasitas e microrganismos ao homem e animais domésticos.

EPIs: mais critério na avaliação e selo Inmetro

Para escrever sobre equipamentos de proteção individual vou pular a fase das cavernas, pois é óbvio que o instinto de sobrevivência de nossos ancestrais forçava a utilização de vestimentas para protegê-los de perigos. Que, naturalmente, as ameaças não eram poucas. Vou ultrapassar milênios, pois os EPIs de hoje envolvem tecnologia, parâmetros, normas e legislação.

Os fabricantes investem recursos significativos para adequarem-se à legislação do País.

Brasileiros e brasileiras, façam mamografia! Há lei que garante

Como este blog faz reverência à prevenção contra os acidentes e doenças do trabalho, alertando trabalhadores e patrões de que a boa gestão em SST é sinônimo de bem-estar ambiental, humano e produtividade, vou abordar outra prevenção: a do câncer de mama. Ora, o País é continental e sua população é desigual, há leis que pegam e as que não pegam.

Identificar riscos em programas de prevenção de acidentes

Um tema que parece abstrato, mas que faz sentido quando o assunto é prevenção de acidentes do trabalho é a percepção de riscos. Há empresas que já vêm introduzindo em sua gestão de SST, programas para desenvolver o comportamento seguro de seus empregados. Perceber o risco é ser capaz de identificar os perigos, os estímulos ou as fontes que podem gerar algum problema.