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NR 12 deixa profissionais do SESMT na berlinda

É possível que a maioria dos profissionais do campo da saúde do trabalhador ache que não há mais o que se discutir sobre a NR 12. A norma sobre segurança no trabalho em máquinas e equipamentos foi modificada em 2010, mas ainda há contestação no setor industrial. Na prática, as empresas não estão conseguindo cumprir os itens que requerem investimentos.

SÉRIE CEREST: Rondônia investe em educação contra os acidentes

“O Cerest Rondônia vem promovendo ações que visam melhorar as condições de trabalho e a qualidade de vida do trabalhador por meio da promoção, prevenção e vigilância em saúde ocupacional”, afirma a enfermeira Ana Flora Camargo Gerhardt, gerente do Cerest de abrangência estadual.

O papel do Cerest estadual é elaborar e executar a Política Estadual de Saúde do Trabalhador,

Mergulhadores: como ir fundo com segurança

Pois é, até a última segunda-feira nunca tinha escrito sobre medicina hiperbárica. Agora, já volto ao assunto em menos de uma semana. Entrevistei Karol Meyer, que é oito vezes recordista mundial de apneia, o mergulho somente com o ar dos pulmões. Não é para qualquer um. Karol é mergulhadora e já atingiu 121 metros de profundidade e a façanha de ficar submersa em apneia por 18 minutos e 32 segundos,

Trabalhador com deficiência: com saúde e segurança do trabalho

A lei de inclusão de deficientes no mercado de trabalho, chamada de Lei de Cotas, que obriga as empresas a contratarem o portador de deficiência já tem 24 anos. Sem dúvida, é uma importante ferramenta para inclusão social, pois essas pessoas podem produzir riquezas, além de serem consumidoras de bens e serviços. Mas, mesmo estando em vigor por quase um quarto de século,

Alienação é o risco de áreas classificadas dentro das indústrias

Não sou engenheira e sim jornalista. Converso com engenheiros, técnicos, médicos e profissionais com diversas especializações dentro do campo da saúde do trabalhador. A partir das informações, reporto aos textos. Meu interesse é escrever sobre SST, com linguagem clara e sem bolodório, abordando o que está por trás dos desafios do setor para que se faça boa gestão em saúde ocupacional nas empresas.

Sétimo congresso de medicina hiberbárica vem aí. Haja pressão

Há um assunto sobre o qual nunca escrevi, mesmo durante o período em que trabalhei na revista Cipa. Trata-se da medicina hiperbárica. Essa área médica lida com os aspectos fisiopatológicos do mergulho e do trabalho em ambientes pressurizados. Os mergulhadores profissionais e trabalhadores de construção civil, durante a execução de pontes, viadutos e túneis,

SÉRIE CEREST: Santo Antônio de Jesus, trabalho persistente de conscientização

Escrever sobre o CEREST de Santo Antônio de Jesus, município baiano localizado na região do Recôncavo Sul, faz-me lembrar da minha infância e juventude, quando morava em Salvador e tinha tantos colegas de escola dessa região. O Recôncavo baiano está localizado em torno da Baía de Todos-os-Santos, abrangendo não apenas o litoral, mas toda a região do interior que circunda a Bahia.

É a resposta aos porquês que leva o trabalhador a ligar o botão da segurança

Na cultura da segurança do trabalho há um assunto no qual não pode haver abstração, pois a base sobre percepção de risco chama-se treinamento. O que desenvolve a percepção de risco é a educação para a segurança, pois esta atua no porquê das coisas, retratando as consequências do desempenho.

Para registro e para fluir a percepção de risco é necessário primeiro conhecer as ameaças dos ambientes de trabalho.

Sem explosões: poeiras industriais requerem avaliação e medidas de prevenção

Fazer controle de poeiras explosivas não é coisa simples, mas bastante necessária. A higiene ocupacional, ventilação industrial e controle de poeiras explosivas são requisitos básicos para prevenir acidentes de grandes proporções. Para isso, há uma dupla inseparável: critério técnico e investimentos. Imagine um tipo de poeira produzida no dia a dia das plantações de grãos,

Caldeiras a todo vapor! Com segurança, que mal tem?

É possível que engenheiros e acadêmicos me contestem pela afirmação que farei, mas não choramingo com críticas. Digo: a revolução industrial só foi possível graças às caldeiras. O equipamento está presente na maioria das indústrias de transformação. O vapor das caldeiras alimenta os processos de produção das indústrias. O avanço dos processos industriais obrigou que as caldeiras tivessem maior rendimento,