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Barragens sem estabilidade são interditadas. Afinal, é preciso proteger os trabalhadores

Emily Sobral Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

É preciso prevenir para que não ocorram outras tragédias (Foto: Antonio Cruz Agência Brasil)

Pandemia, recessão e o mundo de pernas para o ar. E não é que, mesmo assim, ainda há empresas irresponsáveis que põem em risco a vida dos trabalhadores?

Quem não se lembra da terrível tragédia do rompimento da barragem de Brumadinho, na Mina do Feijão, em Minas Gerais? Acreditem, pois a Agência Nacional de Mineração (ANM) acaba de interditar 47 barragens por falta da Declaração de Condição de Estabilidade (DCE).

A medida foi tomada após o encerramento, no último dia 31 de março, do prazo para entrega da documentação sobre a estabilidade das estruturas. De acordo com a agência, as barragens de mineração que não atestaram a segurança ou não enviaram a DCE ficaram automaticamente proibidas de receber novos aportes de rejeitos ou sedimentos desde o início de abril.

Das 431 barragens de mineração atualmente inseridas na Política Nacional de Segurança de Barragens (PNSB), 384 enviaram a documentação atestando a estabilidade. A maior parte das estruturas interditadas fica em Minas Gerais (37). Em seguida, figuram Mato Grosso, com quatro barragens interditadas; Paraná e São Paulo, com duas cada; e Amapá e Rio Grande do Sul, com uma cada.

É, o Brasil não é para principiantes.

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