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Acidentômetro, triste estatística

Por Emily Sobral

Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

Números de acidente do trabalho demonstram que muito ainda precisa ser feito em prevenção (Foto Pixabay)

A população do Brasil já conhece o Impostômetro, iniciativa da Associação Comercial de São Paulo, que mede o total de impostos pagos pelos brasileiros. Até setembro deste ano, o total de R$ 1,5 trilhão já havia sido atingido, o que não é pouco recurso para ser gasto em saúde, educação e segurança.

Pena que nós sabemos que boa parte desse trilhão termine nos bolsos de políticos corruptos, não é mesmo? Agora, aproveito para divulgar o lamentável índice estatístico de acidentes aplicado em segurança do trabalho, conhecido como Acidentômetro, de responsabilidade do Observatório Digital de Saúde e Segurança do Trabalho, ferramenta do MPT e da OIT, que faz o acompanhamento dos acidentes em tempo real. A Acidentômetro faz um mapeamento dos setores com maior incidência de casos.

No Brasil, um acidente de trabalho é estimado a cada 48 segundos. Entre 2012 e 2018 (até 21 de novembro), 4,4 milhões de acidentes de trabalho foram registrados. Grande parte dos casos ocorreu na construção civil, o 4º setor econômico no País com mais ocorrências: 97 mil. Vamos ver o que dizem os dados, em relação ao estado da Paraíba: os números do Observatório revelam  que o setor da construção é o 2º com mais registros de acidentes de trabalho: mais  de 1 mil casos no período de 2012 a 2017. Além disso, é o 1º setor econômico com maior número de afastamentos de trabalhadores por acidentes: 1,1 mil afastamentos previdenciários, ou 8% do total.

O ramo da construção civil também é um dos mais vulneráveis e que apresenta um alto índice de irregularidades sob o ponto de vista da segurança de trabalhadores e do meio ambiente de trabalho.

Agora você pode ler este post também na PATISEG, portal digital de prevenção de acidentes de trabalho, incêndio e segurança eletrônica.

Cartilha contra o assédio sexual no trabalho: tenha uma debaixo do braço

Por Emily Sobral

Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

A violência contra a mulher no trabalho, por meio do assédio sexual e moral, precisa urgentemente tornar-se um ‘bicho papão’ dos assediadores. E como será possível conter a petulância dos perseguidores? Primeiramente, com informação para empresas e empregados. Assim, sinto-me na obrigação de divulgar a cartilha “O ABC da violência contra a mulher no trabalho”,

Convenção de Minamata é um passo na proteção definitiva contra a contaminação pelo mercúrio, mas antes há muitas ações previstas nas NRs

Por Emily Sobral

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O metal mercúrio é altamente tóxico e causador de doenças neurológicas, entre outras graves patologias. Utilizado em processos industriais, como a produção de lâmpadas fluorescentes, o mercúrio e sua inalação é um risco aos trabalhadores. O mercúrio é transportado dos pulmões pelo sangue ao organismo,

Trabalhador idoso é experiente, mas precisa de atenção especial, ok?

Por Emily Sobral

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Está todo mundo velho, oba. Está todo mundo velho, oba! Até eu (rsrsrs).

Sim, a ciência e a medicina fizeram o favor de elevar a expectativa de vida das pessoas, inclusive no Brasil. Portanto, o número de idosos no País tem aumentado a cada ano e,

Profissionais de segurança precisam reconhecer as diferenças entre homens e mulheres nas práticas de SST

Por Emily Sobral

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Amigos e amigas, não pretendo com este post ser patrulhada por esquerdistas defensores da chamada “ideologia de gênero”, até porque este blog trata de segurança do trabalho. Isso quer dizer que nossa preocupação é com os riscos ocupacionais aos quais estão expostos,

Telhas de amianto: o perigo voltou, por causa do descarte inadequado

Por Emily Sobral

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Há um ano, os trabalhadores brasileiros venciam o mal do amianto, matéria-prima para a indústria de telhas e caixas d´água, que, segundo organizações de saúde, é comprovadamente cancerígeno e não há prevenção que elimine o risco aos empregados que trabalham no processo de produção.

Vai xingar? Cuidado que a empresa pode ser condenada por assédio moral

Por Emily Sobral

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Respeito é bom, e todos gostam, não é mesmo? No ambiente ocupacional, a atitude de consideração aos trabalhadores significa que há respeito por princípios civilizatórios. O poder e o dinheiro não dão passe livre para as humilhações impostas por muitos empregadores e chefias pelo País a fora.

Cinta ergonômica não é top usado por jogador de futebol

Por Emily Sobral

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O que tem a ver o top, que parece um sutiã masculino, usado por atletas de futebol durante as partidas, com a cinta ergonômica utilizada por trabalhadores que fazem transporte manual de cargas pesadas? Praticamente nada. O top é um item do uniforme dos times,

Cruzeiros marítimos são magníficos para os turistas, já para os trabalhadores do navio, o que ocorre é solidão e ansiedade

Por Emily Sobral

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Há algumas obviedades que se tornam robustas porque os estudos corroboram a percepção empírica. Enfim, a que me refiro? Não parece compreensível afirmar que pessoas que trabalham em navio de turismo sofrem com a solidão durante as viagens? Ainda que o navio esteja lotado de turistas,

Ansiedade: sem roer as unhas no trabalho

Por Emily Sobral

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A ansiedade das pessoas, especialmente no ambiente laboral, pode comprometer as relações de trabalho. Por exemplo, um chefe ansioso, que cobra desesperadamente o cumprimento de uma tarefa do subordinado, é de pirar o cabeção. O empregado exigido pela ânsia do seu superior pode desenvolver,