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‘Caderno’ da Fundacentro sobre a saúde dos professores: nota 10 em intenção

Por Emily Sobral

Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

Capa do ‘Caderno’ (Foto de divulgação do site da Fundacentro)

O Caderno de formação: Saúde no trabalho em educação, organizado pelos pesquisadores Cristiana Mara Bonaldi, Cristiane Bremenkamp Cruz e José Agostinho Correia Junior, foi lançado ainda pelo extinto Ministério do Trabalho, em 2018. Antes de opinar sobre a publicação, ressalto que acredito que a atuação dos servidores que lidam com as questões de segurança do trabalho não vai parar porque esse ministério foi incorporado ao da Economia. A própria cinquentona Fundacentro, instituição do governo federal que foi criada para produzir e difundir os meios para a segurança e saúde dos trabalhadores no País, sabe que há muito a se construir para reduzir os infortúnios laborais. Portanto, o Ministério do Trabalho perdeu o status, mas não os profissionais como os da Fundacentro e os auditores fiscais que checam as condições de trabalho nas empresas brasileiras e os desrespeitos às normas regulamentadoras.

Muito se discute sobre a qualidade da educação que os alunos recebem dos professores, mas pouco se fala dos fatores de risco na função, porque dar aulas nas diversas instituições de ensino do País não é tarefa tão fácil.  Há elevados índices de adoecimento e absenteísmo entre os profissionais que atuam nas escolas. Quais seriam, então, as boas práticas que produziriam saúde entre seus profissionais? O Caderno objetiva apontar as soluções, mas, infelizmente, utilizando muitos chavões acadêmicos, como ‘problematização da realidade’, perde um pouco da função de prestar serviços aos profissionais membros de Comissões de Saúde de Trabalhadores em Educação. Outro exemplo: ‘moventes de produção de mundos’, que não sei dizer o que é. Como jornalista que cobre a área desde 2009, gostaria de ler no Caderno menos bolodório e mais propostas sobre as ações que serviriam para reduzir as doenças e os afastamentos das salas de aula dos professores. Mas reconheço que a intenção dos pesquisadores do ‘Caderno’ merece nota 10.

Agora você pode ler este post também na PATISEG, portal digital de prevenção de acidentes de trabalho, incêndio e segurança eletrônica.

Teletrabalho é diferente de trabalho externo

Por Emily Sobral

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Hoje vou ajudar a esclarecer a modalidade de contrato de teletrabalho, que foi prevista na reforma trabalhista, e entrou em vigor em novembro de 2017, mas ainda há empregadores cometendo equívocos. Conhecendo o Brasil, esses erros têm cheiro de malandrice, mas eu precisaria ter acesso aos casos reais e seus respectivos processos para afirmar categoricamente haver algum tipo de falcatrua.

O que levou o governo a extinguir o Ministério do Trabalho?

Por Emily Sobral

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Queridos leitores, voltei! Quer dizer, mais ou menos. Abro o post do ano, cedendo espaço a Leandro Melero, profissional com grande experiência em saúde ocupacional e higiene do trabalho. Gosto de Melero porque ele tem uma visão objetiva e sensata do setor em que atuamos.

2019: que venha com muita energia para todos vocês, queridos leitores!

Por Emily Sobral

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Despeço-me deste ano, com um “já vai tarde!” Quem pensa diferente, por considerar que 2018 foi um ano maravilhoso, tem todo direito.

Mas, na minha opinião, o ano foi insatisfatório porque faltou trabalho, saúde e segurança aos brasileiros. Além disso, houve muita picuinha,

Sem estresse com a NR 12, que trata da segurança de máquinas

Por Emily Sobral

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Desde que a nova Norma Regulamentadora 12, que dispõe sobre segurança no trabalho com máquinas e equipamentos, foi publicada há cinco anos, muitas discussões foram geradas, especialmente entre o empresariado e o governo, que fazem parte da comissão tripartite, juntamente com os trabalhadores.

Como o final de ano não é período para alimentar hostilidades,

Operação Aprendiz em RO prende servidores acusados de vender certificados de treinamentos de SST para trabalhadores que não participaram dos cursos

Por Emily Sobral

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Meu Deus do céu e da terra também, como diz meu colega Sérgio Vaz!

Se já não bastasse a falta de cumprimento das normas regulamentadoras em saúde e segurança do trabalho por parte de muitas empresas brasileiras, agora há um tipo de crime que ajuda a enterrar a prática de prevenção contra acidentes laborais.

Auxílio-doença acidentário e auxílio-doença previdenciário são diferentes, não sabia?

Por Emily Sobral

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Não tem choro nem vela, mas a previdência social brasileira vai precisar de reformas, e o congresso nacional e o senado não vão poder abster-se, pois é questão de sobrevivência das contas públicas.

É claro, defendo que os privilégios do funcionalismo público,

O eSocial vai ‘obrigar’ as empresas a terem políticas de segurança do trabalho. Confira e Aprenda como fazer!

Por Emily Sobral

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No Brasil, formalizar uma organização empresarial requer a observância e o cumprimento de muitas obrigações legais. Sabemos que há burocracia demais, mas também existem requisitos necessários na relação entre negócio e governo. A bola da vez é o eSocial, o Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais,

Acidentômetro, triste estatística

Por Emily Sobral

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A população do Brasil já conhece o Impostômetro, iniciativa da Associação Comercial de São Paulo, que mede o total de impostos pagos pelos brasileiros. Até setembro deste ano, o total de R$ 1,5 trilhão já havia sido atingido, o que não é pouco recurso para ser gasto em saúde,

Cartilha contra o assédio sexual no trabalho: tenha uma debaixo do braço

Por Emily Sobral

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A violência contra a mulher no trabalho, por meio do assédio sexual e moral, precisa urgentemente tornar-se um ‘bicho papão’ dos assediadores. E como será possível conter a petulância dos perseguidores? Primeiramente, com informação para empresas e empregados. Assim, sinto-me na obrigação de divulgar a cartilha “O ABC da violência contra a mulher no trabalho”,