• Extingue
    Extingue
  • Instituto Treni
    Instituto Treni
  • Portal PatiSeg
    Portal PatiSeg

Problemas com o calor excessivo devem ser previstos, e medidas adotadas

Por Emily Sobral

Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

Trabalhador não é camelo para aguentar calor excessivo (Foto Pixabay)

O calor intenso numa praia paradisíaca já é ruim de suportar, imagine calor excessivo durante a jornada de trabalho!  Ufa, ninguém merece!

No ambiente laboral, quando o calor se constitui num agente de risco ao empregado, ações preventivas para mitigar os danos à saúde precisam ser instaladas. Parece óbvio, mas há patrão que se finge de morto para não investir em bem-estar ao empregado. Afinal, não é aceitável que a pessoa sinta câimbras, exaustão e até desmaios por causa da sua exposição ao calor enquanto realiza suas atividades profissionais.

Locais com fornos e caldeiras em indústrias representam um risco maior, ainda mais se os trabalhadores estiverem executando tarefas físicas pesadas. Com a resistência prejudicada pelo ambiente insalubre e com altas temperaturas, o empregado pode ficar vulnerável a acidentes. Também aqueles que trabalham a céu aberto ficam expostos aos riscos dos efeitos dos raios solares. Portanto, na gestão de segurança do trabalho, após a análise desse tipo de risco, medidas específicas devem ser tomadas para evitar doenças e acidentes. Por exemplo, o ritmo de trabalho em operações de máquinas indutoras de calor deve ser controlado com pausas periódicas de descanso.  Proporcionar meios adequados para a hidratação dos empregados também faz parte das medidas essenciais. Assim como oferecer uniformes com tecidos leves que não impeçam a transpiração.

Os aspectos de proteções coletivas, prevendo a instalação de ar-condicionado devem fazer parte do projeto da engenharia de segurança das empresas. Os efeitos nocivos do calor excessivo são sanados quando tanto a organização do trabalho como os equipamentos listados foram previamente incluídos na gestão de segurança contra doenças e acidentes de trabalho.

Agora você pode ler este post também na PATISEG, portal digital de prevenção de acidentes de trabalho, incêndio e segurança eletrônica.

Faltou ao trabalho por causa das chuvas? Será que será descontado?

Por Emily Sobral

Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

Os paulistas sabem muito bem que, este ano, as chuvas já causaram inundações, estragos, prejuízos e até mortes. Por causa das chuvas intensas, o trabalhador que precisa locomover-se em transporte público tem vivido situações sinistras até chegar ao emprego. Não há números de quantos já faltaram ao serviço porque não conseguiram chegar.

EPI tem que ser especificado por profissional de segurança. Se não, vira bagunça e não protege

Por Emily Sobral

Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

Profissional de segurança do trabalho precisa ter sempre respostas na ponta da língua quando questionado por trabalhadores. Não se trata de ser gênio e infalível, mas há indagações que não podem ser respondidas com insegurança. Exemplo? “Posso usar equipamento de proteção individual diferente do que me foi fornecido pela empresa?”,

Profissional de segurança do trabalho acima da média e sem ser tosco

Por Emily Sobral

Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

Ao longo de dez anos cobrindo continuamente o setor de saúde e segurança do trabalho entrevistei muitos profissionais e suas especialidades, desde engenheiro e técnico de segurança do trabalho, médico do trabalho, ergonomista, perito etc.

A equipe que trabalha no Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho (SESMT) é multidisciplinar.

Sem Mapa de Risco, a empresa pode ser multada

Por Emily Sobral

Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

Por que é tão importante uma empresa colocar em local de fácil acesso seu mapa de riscos, que é a representação gráfica dos perigos existentes no ambiente de trabalho? Ora, porque é imperativo e um dever do empregador informar tanto os trabalhadores como os visitantes sobre os riscos do local e as formas como controlá-los.

Gestor de segurança não pode pensar que produto químico é água

Por Emily Sobral

Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

A indústria química, que processa e armazena produtos, deve ter uma gestão de segurança ambiental e ocupacional impecável. Cumprir com as normas regulamentadoras para prevenir acidentes que possam vitimar trabalhadores deve ser uma premissa gerencial.

A grande verdade é que os elementos químicos são danosos à saúde e,

PPRA para nenhuma empresa botar defeito

Por Emily Sobral

Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

Não vou ensinar o ‘Pai Nosso ao Vigário’ aos profissionais de segurança do trabalho, mas preciso resumir as questões básicas relacionadas ao Programa de Prevenção dos Riscos Ambientais, o PPRA, prescrito na norma regulamentadora 9.

Primeiramente, toda empresa com no mínimo um empregado contratado no regime de CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) é obrigada a instalar o Programa.

Trabalhador cai em máquina de moer carne, uma tragédia chocante do setor de frigorífico

Por Emily Sobral

Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

Quando escrevo que o setor de frigorífico está carimbado com o selo da corrupção por causa dos irmãos Batista, que estão à frente da JBS, uma das maiores companhias em faturamento, que se envolveram numa das maiores degradações entre o público e o privado,

Risco presente aos trabalhadores de escritório

Por Emily Sobral

Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

Todos sabem que trabalhar na construção civil significa correr risco de acidentes que são recorrentes. Já no caso do empregado de escritório, seja lá de que setor for, também existe uma situação perigosa frequente: ficar muito tento sentado. Pois é, em função disso muitos trabalhadores adquirem dores nas costas.

EPI sem CA: não assine atestado de idiota

Por Emily Sobral

Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

Sei que meus leitores são profissionais de SST, mas para entrar no tema de hoje, que é o Equipamento de Proteção Individual (EPI) sem certificação, explico primeiramente sobre o Certificado de Aprovação (CA), documento do Ministério do Trabalho, que agora está incorporado ao Ministério da Economia,