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A avaliação dos agentes de riscos ambientais requer instrumentos e estratégias corretos

Por Emily Sobral

Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

Indústrias com substâncias químicas e biológicas precisam medir quantitativamente os agentes de riscos (Foto Pixabay)

A análise de riscos ambientais, como químicos, físicos e biológicos, é feita por meio de instrumentos, e os critérios são definidos por normas e metodologias padronizadas. Uma análise por suposição é papo furado, pois num ambiente que contém benzeno, por exemplo, não basta apontar sua presença, mas, sim, sua quantidade. É a chamada análise quantitativa. O equipamento para coleta e análise vai depender do agente em questão e das condições do ambiente e atividade laboral. Esses instrumentos constituem-se em ferramentas cada vez mais essenciais para caracterizar, minimizar ou mesmo eliminar os agentes das operações industriais do País.

Na avaliação quantitativa, deve-se estabelecer uma estratégia de amostragem, em que o número de amostras e empregados avaliados, dias medidos, instrumentos de coletas, análises e estatísticas é decidida pelo responsável pela análise ambiental. Nesse tipo de verificação busca-se determinar o nível da exposição que o trabalhador sofre a um determinado agente de risco. A análise tem como base uma quantidade numérica, usando sempre equipamentos próprios para cada tipo de risco.

Em próximo post, falaremos sobre a avaliação qualitativa.

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Agora você pode ler este post também na PATISEG, portal digital de prevenção de acidentes de trabalho, incêndio e segurança eletrônica.

Quem já aprendeu a operar o eSocial complexo vai saber preencher formulários mais simples e necessários

Por Emily Sobral

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Volto a escrever sobre eSocial, porque esse tema continua entre os assuntos de maior interesse entre os profissionais de segurança do trabalho, RH e contabilidade.

Lançado em 2015 e com cronograma de implantação até 2020, a divulgação pelo governo, confirmando que ele será extinto e substituído por outros dois sistemas,

Motofrentista, previna-se contra um corte no pescoço por linha de cerol

Por Emily Sobral

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Mesmo com os celulares reinando absoluto entre a molecada, quando chegam as férias, certas brincadeiras voltam à moda. Exemplo: soltar pira ou raia. Assim, dou uma dica aos motoqueiros e motoqueiras: se ainda não instalaram a antena pega-cerol em tempos de pipa, façam isso agora.

Os auditores da Subsecretaria de Inspeção do Trabalho da Secretaria de Trabalho precisam dar atenção aos representantes dos trabalhadores e empregadores

Por Emily Sobral

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Tenho escrito neste blog que os problemas gerados pelos anúncios do governo Bolsonaro de mudanças nas normas regulamentadoras de prevenção de doenças e acidentes do trabalho, bem como a extinção do Ministério do Trabalho, substituição do eSocial por outros sistemas de informações trabalhistas, estão relacionados à falta de interlocução entre os auditores fiscais destacados como novos responsáveis pelas políticas de SST e os líderes dos trabalhadores.

Trabalhador não é criança, mas pode receber advertência

Por Emily Sobral

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No Brasil, mais do que em qualquer outro país, o empregador é ‘vendido’ como vilão, e o empregado, como ‘a vítima’.  As ideologias esquerdistas são as patrocinadoras dessa narrativa, não é mesmo? Para mim, a lógica é simples. Tanto empresário como trabalhador devem ter direitos e deveres respeitados,

eSocial vai ser extinto, e a CIPA facultativa

Por Emily Sobral

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Os profissionais de saúde e segurança do trabalho estão incrédulos com o anúncio da extinção, em janeiro de 2020, do eSocial, Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas. Os profissionais preparavam-se desde 2014 para dominar e utilizar o sistema do eSocial,

Quem se preocupa com os riscos dos agentes penitenciários?

Por Emily Sobral

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A segurança pública é um grave problema nacional. A população vive amedrontada, pedindo a Deus, pois não dá para pedir aos homens das forças de segurança pública, para não ficar frente a frente com um meliante que possa lhe tirar seus bens materiais ou,

Um Programa de Proteção Respiratória sem faz de conta

Por Emily Sobral

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Quem fuma assume o risco de ter uma grave doença no pulmão, não é mesmo? Agora, quem trabalha em ambientes com a presença de aerodispersoides, que são misturas de substâncias sólidas ou líquidas com o ar que se respira, como, por exemplo, poeira, vapores tóxicos ou elementos químicos,

Trabalhador com juízo não vai querer cheirar cola para adoecer no futuro

Por Emily Sobral

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Não é preciso ser PHD para entender que trabalhadores que ficam expostos à tinta, cola ou solventes podem desenvolver problemas de saúde. Inclusive, uma pesquisa internacional publicada na revista Neurology concluiu que essas pessoas podem, durante a velhice, padecer com lapsos de memória.  O estudo descobriu também que indivíduos com alta exposição recente a solventes tinham um risco aumentado de declínio cognitivo e déficit de memória.

Quem faz jus à aposentadoria especial?

Por Emily Sobral

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Se a lentidão do INSS para conceder benefícios tem sido uma queixa recorrente dos trabalhadores, imagine para quem busca receber a aposentadoria especial! O tempo médio para o órgão conceder algum tipo de benefício, atualmente, chega aos seis meses. Mas, voltemos à questão da aposentadoria especial,