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Quedas que vitimam trabalhadores na construção civil resultam da irresponsabilidade das empresas

Por Emily Sobral

Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

Estou entre aquelas pessoas que consideram urgente e necessário que se resolva o alto índice de quedas de altura na construção civil.

Os acidentes com operários de obras de engenharia têm sido motivo de preocupação em todo o País, mas parece que as empresas de engenharia não aprendem nunca o necessário cumprimento da legislação de segurança e medicina do trabalho.

“Jeitinho” em trava quedas é burrice e pode ser fatal

Por Emily Sobral

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Os andaimes suspensos estão por todas as obras do País, pois permitem o acesso dos trabalhadores a locais altos e de difícil acesso. Olhando os andaimes das construções brasileiras constata-se que todos os trabalhadores estão usando cinturarão paraquedista e trava quedas conforme exige o Ministério do Trabalho.

Anexo sobre escadas da NR 35: assegurar a proteção de quem sobe para trabalhar

Por Emily Sobral

Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

De cada quatro acidentes fatais com quedas, um ocorre com escadas, segundo estatísticas americanas. No Brasil, alguém pensa que a situação poderia ser diferente? É claro que não. Por reconhecer que a utilização de escadas para acesso ou para realizar atividades em altura contribui significativamente aos acidentes com quedas,

Só a prevenção contra queda impede acidentes com mortes ou sequelas

Por Emily Sobral

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Para quem cobre como eu diariamente saúde e segurança do trabalho, causa certa perplexidade a notícia, divulgada no final de fevereiro, de um trabalhador da construção civil que caiu de aproximadamente 18 metros de altura (6° andar) no fosso do elevador de um prédio em obras.

NR-35: Inspeção periódica pode render garantia por tempo indeterminado

Emily Sobral Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

Aproveito a Semana da Pátria para tirar folga. Mas, nem assim, deixo de publicar um novo post hoje e, por isso, empresto este espaço para Christian Camara, diretor executivo da empresa Dois Dez Industrial. Camara é profissional de acesso por corda N3, instrutor de acesso por corda e resgate em altura,

O prazer do trabalho de risco alto

Por Emily Sobral

Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

Ai, ai, há cada profissão perigosa!

Não estou aqui para puxar a brasa para minha sardinha referindo-me ao jornalista que cobre fronts de guerra. Mas, às atividades que jamais teria coragem de exercer, pois tenho acrofobia (medo de altura). São as funções para quem tem vocação para ser ‘homem aranha’,

Segurança em altura: basta atender aos requisitos da NR 35

Por Emily Sobral

Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

A execução de trabalhos em altura possui a queda como seu principal risco. O acidente de um empregado que cai de uma altura superior a dois metros pode ser fatal. Habitualmente, os episódios ocorrem por descumprimento às normas de segurança do trabalho, em especial a NR 35.

Proteção contra quedas, NR 35, NBR e esclarecimentos, segundo especialistas

Por Emily Sobral

Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

Trabalhar em altura requer lidar com o óbvio risco de queda. E só mesmo a boa gestão de segurança aos trabalhadores e o cumprimento de requisitos de proteção sãos possíveis para evitar acidentes. A norma regulamentadora 35, que trata sobre trabalho em altura e que entrou em vigor em 2013,

Trabalho em altura: quem conhece a norma recusa-se a subir sem segurança

Por Emily Sobral

Mesmo que o empregador tenha legalmente a responsabilidade em prover condições de segurança do trabalho, o empregado também deve ter consciência com relação à sua própria segurança, em especial em trabalhos em altura. Se a NR 35, que regulamenta o trabalho em altura, estabelece que a empresa deva oferecer treinamento ao empregado,

Anexo II da NR 35 vem com tudo

O processo de revisão das normas regulamentadoras em Saúde e Segurança do Trabalho, que era de competência exclusiva do governo, passou a ser realizado de forma tripartite, contando com representantes de governo, dos trabalhadores e dos empregadores. Além disso, antes de ser publicada, a norma em reformulação passa por consulta pública, possibilitando que todos os interessados possam comentar e sugerir melhorias.

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