• Extingue
    Extingue
  • Instituto Treni
    Instituto Treni
  • Portal PatiSeg
    Portal PatiSeg
  • Santista
    Santista

É importante medir corretamente o calor dos ambientes de trabalho

Por Emily Sobral

Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

Ambiente ocupacional não pode ser muito quente (Foto Pixabay)

Vamos ao calor, mas sem temperatura elevada e sem estresse. Só pretendo descomplicar os temas técnicos que surgem no dia a dia da segurança do trabalho. Há muitas dúvidas na aplicação da legislação para que uma empresa possa atuar corretamente. Com certeza, nenhuma gosta de receber multa pela fiscalização do Ministério do Trabalho. O calor, que está enquadrado no chamado risco físico, é a bola da vez deste post.

O gerenciamento desse risco deve ser feito, pois se no ambiente de trabalho não houver o controle da temperatura, os empregados sofrerão cotidianamente e poderão desenvolver doenças. Mas as empresas precisam, independentemente de normas, pensar que o bem-estar dos trabalhadores gera menos afastamentos e mais produtividade. Por isso, quanto ao calor, a regra é clara: todo ambiente de trabalho precisa ser livre de calor excessivo ou temperatura muito fria. A norma regulamentadora 15 (NR 15), que expõe sobre os parâmetros de segurança para as atividades e operações insalubres, orienta sobre as medições que avaliam o grau de calor presente nas instalações de trabalho. As empresas que fazem gestão de saúde e prevenção de acidentes seguindo as normas de segurança procuram cumprir com todos os requisitos técnicos. Empresas que mantêm o setor de Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho (Sesmt) têm mais chances de estar em conformidade com os parâmetros das medidas de proteção das NRs, porque possuem profissionais conhecedores do texto das 36 normas trabalhistas.

Já nas médias e pequenas empresas, que compõem a grande maioria da economia brasileira, o controle dos riscos fica, por vezes, sob a responsabilidade de pessoas menos especializadas. O anexo 3, da NR 15 que trata sobre o calor, produz algumas inseguranças ao profissional de segurança do trabalho. Uma delas é se há ou não necessidade de se avaliar o calor em área externa com exposição à carga solar. A resposta é sim. O anexo da norma traz a fórmula para calcular o Índice Úmido Termômetro de Globo (IBUTG) para ambiente externo com carga solar.

Agora você pode ler este post também na PATISEG, portal digital de prevenção de acidentes de trabalho, incêndio e segurança eletrônica.

Um Comentário

  1. Vitório Luiz

    quem faz o controle da temperatura dentro das empresas são os funcionários quando se matam pra ver quem aumenta ou abaixa o ar condicionado. qual é o empregador que vai se preocupar com o grau de calor dos ambientes laborais? só dando risada…

Deixe uma resposta

This blog is kept spam free by WP-SpamFree.