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Assédio moral no trabalho: é preciso parar com isso

assédio (2)

Os dados sobre casos de assédio moral nas empresas pipocam de todos os lados. Parece uma praga que vem se alastrando pelo País. Segundo o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 2º Região de São Paulo (responsável por casos da capital, Guarulhos, Osasco, Baixada Santista e ABC paulista), entre 2011 e 2014, quase quintuplicou. Em 2011, apenas cinco casos chegaram ao TRT2t, segunda instância do judiciário trabalhista. Em 2014, foram 24.

O assédio moral nas empresas é caracterizado por práticas que estão integradas à filosofia do empregador, como a exigência abusiva de metas, com o achincalhamento de todos os trabalhadores que não a atingem. E, para a prática chegar aos tribunais, é porque levou a reflexos na saúde psíquica ou física do trabalhador. Hoje, os trabalhadores estão mais informados sobre o assunto e sobre a ação do Ministério Público do Trabalho (que recebe denúncias e instaura processos de investigação) e dos sindicatos (que recebe denúncias e as encaminha aos órgãos públicos responsáveis). Entretanto, as vitórias na justiça não são fáceis, porque demandam testemunhas e provas, quase sempre com caráter subjetivo. Para que essa execração comece a ter índices decrescentes, o Ministério do Trabalho e Emprego e profissionais do campo da saúde do trabalhador precisam colocar a questão em suas ações, com campanhas de conscientização voltadas aos empregadores.

Por Emily Sobral

2 Comentários

  1. Ruysdael Zocoli

    Isto ocorre em empresas que ainda praticam o DP (departamento Pessoal) ou seja, funcionario é um objeto, e infelizmente temos muitas no Brasil.
    As empresas que tem RH (Recursos Humanos) ha treinamento desde o funcionario mais humilde até direção. ha politica de valorização etc etc….
    Ruysdael

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