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O prazer do trabalho de risco alto

Por Emily Sobral

Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

Só os trabalhadores em altura são felizes (Foto Pixabay)

Ai, ai, há cada profissão perigosa!

Não estou aqui para puxar a brasa para minha sardinha referindo-me ao jornalista que cobre fronts de guerra. Mas, às atividades que jamais teria coragem de exercer, pois tenho acrofobia (medo de altura). São as funções para quem tem vocação para ser ‘homem aranha’, que são muitas e requerem segurança redobrada.

Entre essas, há a do eletricista de alta tensão, que sobe em torres de transmissão de energia para fazer manutenção ou também em plataformas de mineradoras, com, em média, 98 metros de altura. Existem ainda os trabalhadores que fazem limpeza em caixa d’água, que sobem em andaimes, e os que sobem em escadas para cortar as árvores das cidades. São atividades que estão dentro de uma profissão, cujo nome pomposo, o alpinismo industrial, vai mais além.

Quem atua nessa área precisa ser um profissional qualificado para chegar a qualquer local onde seja possível por meio de cordas ou equipamento, e executar uma tarefa. Para isso, utilizam-se de técnicas específicas, moldadas a cada necessidade das empresas.  Nos segmentos de óleo e gás, torres eólicas, prédios altos e espigões, onde há altura envolvida, os alpinistas industriais conseguem chegar para executar inúmeras ‘missões’. E qual deve ser o perfil desse profissional? Primeiramente, ele deve ser qualificado para planejar e executar todo tipo de serviço em altura. E, claro, depois deve ter saúde (não ter labirintite, por exemplo) e aptidão.

Com a publicação da norma regulamentadora (NR 35), que dispõe dos requisitos de segurança para trabalho em altura, o panorama de qualquer atividade acima de dois metros ficou mais protegido. Afinal, não basta apenas coragem para trabalhar com o alpinismo industrial, é preciso seguir os requisitos de segurança que ajudam a planejar a subida, tudo com muita responsabilidade e técnica.

Antigamente, antes da vigência da NR 35, era o pessoal da manutenção da empresa que executa o trabalho em altura. Hoje, na maioria das empresas segue-se a NR 35. Seja o pintor ou o eletricista, devem passar por um curso preparatório de oito horas, para que saiam aptos a utilizar os equipamentos e seguir as regras de segurança. A partir do momento em que o profissional está pendurado corda do lado externo de um prédio, numa plataforma de petróleo ou andaime, existem riscos que precisam ser mitigados.

Assim, o treinamento, aliado ao bom planejamento e a bons equipamentos, colocam os riscos num patamar aceitável. E sabe o que impressiona? Esses profissionais adoram trabalhar em altura. Escutei um alpinista industrial dizer: “Quando estou pendurado, fazendo um trabalho em altura, entro em êxtase espiritual, por ser uma sensação gostosa, e quero ficar mais tempo ali”.

Ai, ai! Aí é onde mora o perigo de se esquecer dos procedimentos de segurança, não é mesmo?

 

 

Áreas classificadas: três em um

Por Emily Sobral

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Por Emily Sobral

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Por Emily Sobral

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Por Emily Sobral

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Por Emily Sobral

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Mecânico de carro precisa ter juízo e praticar segurança

 

Por Emily Sobral

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Considero-me boa motorista, mas incapaz de trocar um pneu de carro; afinal, sou mulher. É uma tarefa pesada e prefiro nem arriscar. Logo, uma profissão que está completamente fora de minhas aptidões é a de mecânica de automóveis. Mas é um erro pensar que não escreveria sobre SST em oficinas mecânicas.

Como pode haver a imposição aos saltos altos quando isso afeta a saúde das mulheres?

Por Emily Sobral

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O Diário de Notícias, jornal de Portugal, publicou uma matéria no último dia 8 de março que vale a pena refletir. Como ainda é o mês das mulheres, vou repercutir, neste post, a notícia do periódico português, que tascou uma crítica sobre a lei britânica.

Restrição às idas ao banheiro dá ganho de causa a empregado

Por Emily Sobral

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