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Escolha a profissão que quiser, mas antes conheça quais são seus riscos

Por Emily Sobral

Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

Qualquer profissão tem seus riscos ocupacionais (Foto Pixabay)

Há um momento, especialmente para os jovens, de inquietação e dúvidas. Isso tem a ver com a escolha da profissão. Assinalar a opção que se quer cursar na faculdade é um drama para muita gente. Sim, também há pessoas que não sofrem tanto porque, desde criancinhas, sabem que querem ser médicos, por exemplo, que é ainda uma profissão dos sonhos.

Aptidão, influência da carreira dos pais ou interesse por se buscar a melhor remuneração são alguns dos requisitos para uma decisão. Pois é… Além dessas premissas, vou citar outra que também passa a constar na hora da escolha da profissão: conhecer as mais perigosas no Brasil. Quem publicou recentemente dados sobre as atividades mais ariscadas foi o Observatório Digital de Saúde e Segurança do Trabalho, do Ministério Público do Trabalho.  De acordo com o Observatório, entre os anos de 2012 a 2017, foram registrados na área da enfermagem, incluindo técnicos, auxiliares e enfermeiros, cerca de 230.516 acidentes de trabalho, o que representa 7,64% do total. Dessa somatória, 20.444 resultaram em afastamento pelo Instituto Nacional do Seguro Social, o INSS.

Vejam as profissões em que seus riscos levam os trabalhadores a sofrerem acidentes e doenças ocupacionais. Como não podia faltar na lista, a área de engenharia civil deixa os empregados expostos aos acidentes com queda, com ferramentas de trabalho, choques elétricos, além de químicos. A queridinha medicina, juntamente com enfermagem, conta com os chamados riscos biológicos, que levam a doenças e infecções em função da contaminação. Fora esse aspecto, há as jornadas e plantões excessivos que tiram a atenção dos profissionais, deixando-os suscetíveis aos acidentes.  Como é óbvio, a função de policial fará o profissional conviver com os riscos no combate aos criminosos e situações de violência, além do manuseio de armas de fogo. O engenheiro eletricista está exposto aos riscos de acidente de trabalho pelo contato com alta tensão, além da periculosidade de altura e lugares de difícil acesso. O agrônomo, que irá lidar com produtos químicos altamente perigosos, incluindo agrotóxicos usados no solo, também entra neste ranking. Há ainda o perigo da exposição excessiva ao sol, bem como os riscos de acidentes com máquinas de grande porte.

Agora você pode ler este post também na PATISEG, portal digital de prevenção de acidentes de trabalho, incêndio e segurança eletrônica.

Adicional de insalubridade: tenho direito?

Por Emily Sobral

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Vou ser sincera ao expor a minha opinião sobre os adicionais de insalubridade e periculosidade previstos na Consolidação das Leis Trabalhistas, CLT.

Sou contra, pois considero que a saúde não pode ser trocada por alguns reais. Acho que os programas sérios de medidas contra os riscos ambientais,

Boa notícia: indústrias de cimento vão reduzir o peso dos sacos do produto

Por Emily Sobral

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Vamos combinar que as notícias divulgadas diariamente desanimam qualquer cidadão, especialmente os que ainda acreditam em Papai Noel. Mas, felizmente, também há situações que mostram o contrário.

Na área de prevenção contra doenças e acidentes do trabalho, faço o devido alarde a um fato ocorrido esta semana,

Nova norma de métodos de ensaio para as poeiras combustíveis: nacional, porém nem tanto

Por Emily Sobral

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Não basta haver normas de padrão internacional para proteger indústrias contra explosão. É preciso conhecê-las e colocá-las em prática.

A categoria de substâncias que apresentam alto grau de risco inclui as poeiras combustíveis. Há uma lista variada de produtos e substâncias entre os insumos industriais e gêneros orgânicos que,

Aviso aos patrões: protejam os empregados asmáticos com um ambiente arejado e ar condicionado limpo

Por Emily Sobral

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Vem chegando o inverno, com frio no coração e aflição no pulmão. Falta de ar, tosse e aquele chiado na respiração… Quem sofre ou mesmo quem não sente sabe que esses sintomas referem-se à asma. Quando esse movimento começa nos pulmões, o asmático já sabe que vem aí mais uma crise.

Tragédia da Boate Kiss: já houve algum culpado condenado? Um bombeiro. Pena? Multa de R$ 67,80

Por Emily Sobral

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O incêndio ocorrido há mais de quatro anos na boate Kiss, com um número elevado de mortes, em Santa Maria, no RS, continua sendo um exemplo de como não é fácil se fazer Justiça no Brasil.

Funciona assim, praticamente para todo tipo de processo: as sentenças são demoradas,

No mês de Copa do Mundo, o trabalhador deve comemorar também os 40 anos das normas regulamentadoras de segurança do trabalho

Por Emily Sobral

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Este mês, as festas juninas alegram os brasileiros, que se distraem com danças, enfeites e comidas típicas. Além dessa celebração, com características da cultura africana, europeia e indígena, ainda há a Copa do Mundo para sedar o país do futebol em relação às suas dores pelas enormes carências.

Interpretar como se mede o ruído no ambiente ocupacional é essencial para a boa gestão de SST

Por Emily Sobral

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O ruído e suas consequências para os trabalhadores requerem entendimento técnico e interesse das empresas em buscar a redução de danos. Há questões que despertam dúvidas, especialmente para os que manejam as ações de prevenção de doenças e acidentes do trabalho. O profissional dessa área que não tem um conhecimento mais ampliado dos requisitos da norma não vai saber avaliar os limites de tolerância para preservar a audição do empregador exposto ao demasiado ruído ocupacional.

Explosão na Diplomata em Capanema, PR, mostra que o problema não é ficção, é uma constante realidade que mata trabalhadores

Por Emily Sobral

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Quem acompanha este blog conhece a categoria de áreas classificadas. Em função dos elevados riscos e consequências de explosões em ambientes inflamáveis de muitos setores industriais, os profissionais envolvidos com a proteção desses locais elaboram sua classificação.

As áreas classificadas são divididas por zonas mais ou menos perigosas.

Sem açúcar e sedentarismo, mas com afeto, contra o diabetes no trabalho

Por Emily Sobral

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Trabalhador diagnosticado com diabetes precisa cuidar-se diariamente. Sim, deve obedecer uma rotina saudável e cuidados específicos dentro das instalações da empresa. O empregador, por meio do médico do trabalho, deve manter o funcionário diabético sob supervisão periódica, para ajudá-lo a enfrentar essa doença crônica.